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quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Para a Minha Irmã


Editor: Livraria Civilização Editora
ISBN: 9789722623704
Ano de Edição/ Reimpressão: 2006
N.º de Páginas: 408
Encadernação: Capa mole
Dimensões: 16 x 24 x 3 cm


Sinopse

Os Fitzgerald são uma família como tantas outras e têm dois filhos, Jesse e Kate. Quando Kate chega aos dois anos de idade é-lhe diagnosticada uma forma grave de leucemia. Os pais resolvem então ter outro bebé, Anna, geneticamente seleccionada para ser uma dadora perfeitamente compatível para a irmã. Desde o nascimento até à adolescência, Anna tem de sofrer inúmeros tratamentos médicos, invasivos e perigosos, para fornecer sangue, medula óssea e outros tecidos para salvar a vida da irmã mais velha. Toda a família sofre com a doença de Kate. Agora, ela precisa de um rim e Anna resolve instaurar um processo legal para requerer a emancipação médica - ela quer ter direito a tomar decisões sobre o seu próprio corpo. Sara, a mãe, é advogada e resolve representar a filha mais velha neste julgamento. Em Para a Minha Irmã muitas questões complexas são levantadas: Anna tem obrigação de arriscar a própria vida para salvar a irmã? Os pais têm o direito de tomar decisões quanto ao papel de dadora de Anna? Conseguimos distinguir a ténue fronteira entre o que é legal e o que é ético nesta situação? A narrativa muda de personagem para personagem de modo que o leitor pode escutar as vozes dos diferentes membros da família, assim como do advogado e da tutora ad litem, destacada pelo tribunal para representar Anna.

A Minha Leitura "Para a Minha Irmã"

Acabei de ler o livro "Para a Minha Irmã" de Jodi Picoult, digo-vos sinceramente que foi umas das obras que li que mais me tocou.
A temática deste livro centra-se na procriação assistida, com o recurso à biotecnologia, para gerar um bebé (a Anna) 100% compatível com a irmã Kate, que sofria de uma leucemia muito agressiva, para a poder salvar.
Então a Anna foi sempre considerada como sendo um «banco» de sangue, plaquetas, medula óssea etc.
Durante a sua vida foi picada, espremida, sugada, sem que nunca tivessem em conta que também ela sofria, que era uma pessoa com direitos e vontades, que deviam ser respeitados, e que precisava ser amada, acarinhada como criança que era.
Quem é mãe ou pai tente colocar-se na pele desta família, que sofre ao ver a filha definhar-se a cada dia que passa e a morte à espreita, o filho Jesse não passa de um jovem rebelde e inconsequente, e a Anna a lutar na justiça pela sua liberdade, e quando esperamos um desfecho inevitável, levamos como que um soco no estômago e pensamos.
- Para que nasceu a Anna?
- Será que valeu a pena?
Este livro existe na Biblioteca da nossa Escola Secundária Severim de Faria, pode ser requisitado, eu recomendo a sua leitura, depois deixem aqui a vossa opinião sobre ele.

Maria da Conceição Saraiva Roxo Orvalho

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