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terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Dia dos namorados

Mais um dia do calendário, mais um dia que entrou para o cardápio das comemorações.
Dá jeito aos comerciantes e aos consumistas...

Não obstante, há o lado romântico , e como de romântico
 todos, com ou sem namorado, com ou sem marido , parceiro, companheiro ou afins, temos um pouco...

Aqui, neste cantinho da Europa, aqui, neste alentejo chuvoso e grandioso não fazemos
 exceção,
muito menos ainda nesta escola de três andares onde o amor, pelos vistos, gosta de
navegar, de ser inspirado, expirado, amado.

Este ano a biblioteca tem mais um gesto romântico:

Dia dos namorados : não é só oferecer rosas , jantares e anéis....

Dia dos namorados tem uma "ciência" : o que sabes sobre esse dia?

Testa os teus conhecimentos de 11 a 13 de fevereiro, até às 13h., na biblioteca

AH! E se acertares tens um prémio... se calhar um(a) namorado/a de sonho...


Como são surpresas nada mais podemos adiantar,
procurem -no que está aqui.

quarta-feira, 20 de novembro de 2013


Que dia para hoje? O que há de novo hoje?
Pensem bem... já está:

Hoje é o " O dia da alegria". Para alguns , para outros não. Para muitos hoje é dia de subsídio de natal. Não é alegria que chegue?
Procuremos outras alegrias, mas esta está decidida, ponto final , parágrafo.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Dia 13 de novembro: dia das massas



A partir de hoje , e todas as terças de manhã, vou instituir o "dia de ". Se a rádio comercial pode, a bibliofaria e este blogue também tem esse direito.

Futuramente espero as vossas ideias, mas como hoje é novidade, decido eu: hoje, 3ª feira, dia 13 de novembro, é dia da sopa de letras. E quem diz sopa de letras, diz outro tipo de massas, daquelas de formas especiais, coloridas ou não, mas sempre apetitosas em pratos sempre diferentes: conchas, conchinhas, fusilli, penne, esparguete, estrelinhas, cuscuz, cotovelos, argolas....

Quem se lembra de mais nomes?
E de as usar para além das sopas, pratos de peixe ou carne? Por exemplo, há quem faça colares com argolinhas de massa... nada mais banal, certo? Mas eu não seria capaz, falha-me a paciência...

Será que há por aí outras ideias mais arrojadas? Como, por exemplo, fazer uma cabeleira de esparguete cozido e andar com ela na rua? Encher um balde areia da praia e enfeitar com conchinhas de massa para oferecer a alguém muito especial que adora mar? Pegar nas letrinhas e enviar sms em telemóveis com feitio de prato?
Estou a dizer disparates... digam vocês os vossos e sugiram novos dias.
Já para a próxima terça, se faz favor!

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Faz hoje anos


Sabias que faz hoje anos que o museu do Louvre foi aberto ao público?

Foi  em 1793, por isso faz as contas…

O Louvre é um museu erguido no local onde estava um palácio com o mesmo nome, e é um dos maiores e mais famosos museus do mundo. Quantos quilómetros andaremos lá  dentro para podermos  visitar todas as suas coleções e obras?

É no Louvre que encontras uma das maiores coleções de artefactos egípcios (múmias, que medo!!!) e é também lá que encontras a famosa Mona Lisa. Sabias que está rodeada por uma moldura à prova de bala e, ironia das ironias, um aglomerado de asiáticos a disparar máquinas fotográficas? E a Vénus de Milo ? Também lá está, no alto do seu pedestal, mesmo sem um bração (sabes qual?) a olhar-nos de cima para baixo, a vaidosa…

Se não ainda não foste lá, aproveita para fazeres um pé de meia, chateares os teus pais e… quiçá nas férias do natal…ou daqui a um ano, pois.

A imagem mais conhecida é esta

 


Assim se configura o seu pátio central, com esta pirâmide de vidro, que também é cenário de um livro e respetivo filme, sabes qual? Aqui vai uma pista…. Dan Brown .

E de uma assentada se mataram três coelhos: um museu , um livro e um filme.

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Dia das bibliotecas escolares





Bibliofaria, isto é, Biblioteca da Severim de Faria

Sabes o que significa a sigla Rbev? Não, não se bebe… apesar de os livros poderem ser  alimento para a alma.
Sabes o que é a lombada? Não, não é uma dança nem uma bofetada…
E a cota? Não, não tem a ver com idade …
Todas estas e outras perguntas eram desafios a conhecer no Dia das Bibliotecas Escolares, que se celebrou esta  2ª feira, dia 28 de outubro.

Com a ajuda de um pequeno questionário, alunos do 3º ciclo e secundário lançaram-se na busca de pistas sobre o modo como se organiza uma biblioteca, sobre as referências de cada livro, as normas de funcionamento e ainda andaram à “caça” do livro A espada do rei Afonso ou Contos e Diário . Será que já descobriram quem são os seus autores e os números das suas edições?
Estas e outras perguntas iniciaram-se na 2ª feira e continuam até 5ª feira. Basta responderes ao inquérito, armando-te em detetive e colocá-lo na caixa amarelada que se encontra  no topo do balcão. Qual balcão? O da biblioteca, claro, onde normalmente se encontra a D. Conceição.

No fim da descoberta haverá um prémio surpresa.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Gazetianos :

Não sabem o que é? Desconhecem o termo?
Pois um "gazetiano" é alguém que, para além de amigo da Biblioteca no fb, é amigo da "GAZETA DA BIBLIOTECA".
Então o que estás à espera???
Envia o teu TEXTO (mesmo que sejas antigo aluno, pai, mãe, amigo...): notícia, opinião, reflexão, poesia ... ou desenho , e nós publicamos.

Para mais informações, dirige-te à Biblioteca ou contacta-nos através do face ou do nosso nosso endereço eletrónico.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Uma opção para o ensino secundário

Se vais para o 10º ano e não sabes ainda que curso escolher, 
ou se se já estás em Humanidades e não sabes quais as opções indicadas para ti,
deixamos-te aqui alguns testemunhos de colegas que optaram pela disciplina de Literatura Portuguesa:


Inicialmente, aquando da minha inscrição na disciplina de Literatura Portuguesa, eu não fazia a mínima ideia do que me esperava … Despertou-me interesse e curiosidade por ser uma disciplina nova, e especialmente o facto de me permitir ler livros sempre que quisesse e trabalhar sobre eles foi “a cereja no topo do bolo”.
Na verdade, vim a testemunhar que não funcionava bem assim. Permitia-me ler os livros que eu quisesse, verdade, mas tinha também livros obrigatórios, que, a bem da verdade, nem sempre foram os mais cativantes.
No primeiro ano do biénio, deleitei-me com a disciplina. Era a minha praia, definitivamente. Pude pôr em prática o meu gosto pela escrita… pude usufruir do meu grande carinho pelas palavras. As matérias interessavam-me, aliciavam-me. Era tudo uma descoberta.
E depois veio o portfólio. E as dores de cabeça. Nunca antes tinha tido em mãos um projeto daquele género. Tinha de eleger três livros de prosa, um de poesia e um de teatro, e sobre eles desenvolver um trabalho criativo, cheio de textos, pesquisas e curiosidades literárias a propósito.
Apesar das dificuldades que se me anteviam, abracei o desafio. Revelou-se bastante compensador! E tenho de admitir, foi um trabalho bastante gratificante de realizar. Não sei se consigo explicar bem porquê… Talvez porque no fundo, além da melhoria que operou em mim enquanto aprendiz da escrita, além do enriquecimento geral e inequívoco, foi algo que me deu um enorme prazer e que me despertou os sentidos. Apesar de ser um afazer obrigatório, na sua essência tinha um carácter quase lúdico, pelo menos para mim, que já há muito tinha como hobbie ler e ler e ler…
Agora, neste último ano, a minha opinião manteve-se… Foi no entanto, um ano mais preocupante e rigoroso, pois terminá-lo-emos com um exame, o que aumenta exponencialmente o grau de responsabilidades tornando-o, do meu ponto de vista menos apelativo e mais agridoce! De resto vislumbro o futuro assim mesmo: um pouquinho doce…. Um pouquinho amargo! Quem sabe?
Para os futuros alunos de Literatura Portuguesa: 
- Tenham a certeza de que é mesmo o que querem, porque há que ter gosto nos que estamos a fazer. E, além disso, sendo uma disciplina de opção, não há nada pior do que nos apercebermos que fizemos a escolha errada;
- Se tiverem como professora, a Dra. Ana Paula, tenho-vos a dizer que têm o trabalhinho praticamente todo orientado! Não leiam isto a pensar “Oh! Esta está a dar graxa…”, não, nada disso. Literatura foi uma disciplina que despertou em mim interesse, curiosidade, carinho, mas também me provocou dores de cabeça, frustrações e stress. Não é fácil, mas ter um(a) bom professor(a), competente e que saiba não só ensinar, tirar dúvidas, mas essencialmente que saiba cativar, motivar e provocar em nós vontade de saber…mais… faz sem dúvida a diferença e ajuda bastante!
 - O derradeiro conselho: NUNCA, MAS NUNCA DEIXEM O PORTFÓLIO PARA FAZER NA TARDE LIVRE ANTERIOR À ENTREGA! NUNCA! Confiem em mim!



Inês Catrapona

11º LH



Chegado o fim do ano e o fim do meu percurso em Literatura Portuguesa, sinto-me à vontade para escrever um texto do balanço deste biénio.

            Confesso que ao início não era nada do que eu esperava e que tive algumas dúvidas sobre a minha permanência ou não, nesta disciplina.

           Mesmo tentada a deixá-la para trás e a desistir deste desafio, decidi permanecer e dar-lhe uma oportunidade.
           Com o passar das aulas, fui tomando gosto, apesar do famoso portfólio me assombrar, muitas e muitas vezes.
          Mas, com o tempo apercebi-me que tinha feito a escolha certa.
          As aulas eram boas, as matérias apesar de nem todos os autores terem sido meu agrado, eram fáceis de estudar e de lidarmos com elas.
          Quanto á professora, bem, apesar de dizer que tivemos “azar” na escolha da professora, é mentira! Graças a ela, agora estamos atafulhados de fichas e de documentação que nos vai dar muito jeitinho para o exame.
          Valeu a pena ter arriscado ficar e acho mesmo que foi uma oportunidade bem dada, a esta grande disciplina, Literatura Portuguesa.
           Quanto a futuros aventureiros literários, fica já aqui o alerta que não é fácil, que exige muito trabalho, tanto a nível do portfólio com dos fóruns de leitura, mas que no fim, vão perceber que há esforços que valem a pena, e a única que vão sentir, é orgulho de vocês próprios.


Catarina Varela
11º LH

Passaram dois anos letivos, e desde o início do P.I.L no primeiro período do 10º ano até este terceiro do 11º, o crescimento de todos os que continuaram no nosso grupo de Literatura Portuguesa foi bastante claro. Foi um projeto longo e apesar de ter dado bastante trabalho é algo de que me sinto orgulhoso de ter realizado, e quase que posso dizer “missão cumprida”. Percebi que é um projeto bastante mais difícil do que aparenta ser, mas penso que para quem gosta de ler e escrever é a disciplina ideal, apesar de a minha escrita nunca ter sido dos meus pontos fortes.
Os conselhos que dou a todos os futuros alunos de Literatura Portuguesa é que saibam que é uma disciplina que dá trabalho, mas que esse trabalho compensa e nos ajuda a crescer; que saibam gerir bem as suas atividades do P.I.L pois um atraso pode custar o trabalho de um período; e que principalmente tenham vontade de vir para a disciplina, porque se a tiverem realizar os trabalhos será bastante mais fácil.



Francisco Godinho  11ºLH 

 É o final do ano letivo,  final da disciplina de Literatura Portuguesa e, claro, entrega do Portefólio.
 A minha opinião sobre o projecto individual de leitura foi-se modificando ao longo do tempo. Comecei por pensar que era uma perda de tempo (roubava-me tempo de leitura e de estudo). Hoje, analisando melhor a situação, percebo a sua importância para a disciplina de Literatura Portuguesa, de que tanto gosto.
 Acabei por crescer, (em termos de leitura e de escrita) graças à disciplina de Literatura Portuguesa e,  inevitavelmente, também devido ao PIL. Para além de gostar de pesquisar sobre as obras, os escritores, a época em que viveram, gostei de acrescentar as minhas histórias à história do livro.
 Escrever as histórias que imaginava, não foi, de todo,  uma tarefa fácil. Fui ganhando experiência,  ao longo do ano, e,  o facto de escrever melhor,  refletiu-se em todas as outras disciplinas. Neste momento, primeiro faço um esquema com tudo o que penso escrever, e só depois é que passo à aventura. Ainda continuo insegura, mas... já só chateio a minha mãe para que me corrija os erros e a pontuação (o que já é bastante!).
 Os meus colegas de literatura também me ajudaram,  sem se aperceberem. Eu lia os textos dos meus colegas e sentia um pouco inveja deles. Como é que eles eram capazes de escrever tão bem? Como é que eu demorava quase um dia para escrever um texto e  eles o  escreviam em dez minutos? Como é que eles tinham um vocabulário mais rico do que o meu?  A única nota positiva era a minha imaginação. O meu problema era pôr as ideias no papel. Construir frases é difícil, não dar erros ortográficos,  ainda mais.
 Posso dizer que se cresci como escritora e, sobretudo como leitora,  foi graças aos meus colegas e,  à minha professora Ana Paula Ferrão.  Foram eles que fizeram com que o meu PIL fosse,  cada vez mais,  um trabalho independente e que, entre  folhas,  estivesse um pouco de mim. Um obrigada muito especial à professora e aos colegas!

Conselhos aos alunos de décimo ano? Leiam as obras nas férias de Verão. O ano passado, tinha planeado ler todas as obras para o PIL, mas... Era Verão,  e, quem é que quer trabalhar no Verão? Pois olhem, eu não! A única coisa que fiz foi  ler um livro, o Maçon de Viena,  que se arrastou pelas férias todas. Arrependi-me, mil vezes da minha preguiça. Portei-me como a cigarra da fábula da “Cigarra e da Formiga”, cantei todo o Verão e,  não me preocupei com o Inverno. É claro que o meu Inverno,  (tempo de aulas) foi muito mais trabalhoso do que eu tinha imaginado.
“Não deixes para amanhã o que podes fazer hoje”, é um velho ditado, a aplicar em relação ao PIL.

Rita Palhavã
11º LH




 Acredito que muitos não se tenham dado conta, que a maioria de nós ainda não tenha pensado nisto, até mesmo porque eu próprio apenas agora me estou realmente a aperceber, estimados colegas, o nosso percurso na Disciplina de Literatura portuguesa está a chegar ao final… Chegando a este crucial momento, apenas me resta tecer um pequeno resumo do meu percurso, assim como a apresentação de uma série de situações curiosas, e claro, os sempre importantes agradecimentos para quem os merece.
  Anteriormente, como poderão verificar no separador textos de reflexão, já redigi um texto com uma pequena reflexão sobre o meu percurso nesta disciplina, como tal, não me alongarei tanto neste ponto. Aliás, tudo se pode resumir em algumas palavras, digamos que entrei com o pé direito, “sentindo-me como um peixe na água”, como a professora tantas vezes me relembra, e agora prestativo sair não igualmente satisfeito, mas bem mais radiante. Pelo menos uma certeza terei, a de que verei a Literatura, ou melhor, já a vejo, com olhos totalmente diferentes, ainda que algo possam achar algo hiperbolizado, com olhos de quem sabe!
 No que toca a situações curiosas, meus amigos, temos muitas nesta disciplina, desde aquelas que partilhamos com toda a turma e professora, passando por aquelas mantidas em segredo no seio da classe, até às que apenas um restrito grupo conhece. Vejamos por exemplo as aulas dedicadas ao P.I.L (projeto individual de leitura), este ponto será alvo de uma sinceridade absoluta. Muitos de nós, antes de indicarmos qualquer atividade nestes mesmos dias, diga-mos que precisamos de uma preparação psicológica relativamente demorada, Uns mais que outros, conforme os dias é verdade, mas acaba por vezes por acontecer. Tomemos assim atenção a um ponto crucial, eu próprio por vezes me convenço disto mesmo, a professora não tem a mínima noção dessa situação que se verifica por vezes. Errado, óbvio que sim, é claro, contudo, a nossa turma não é nenhuma exceção, penso que será normal esse género de situações se verificarem por vezes, e é por isso que há casos em que a professora optará por não nos chamar à atenção. Confesso sim, que algumas vezes, eu mesmo fui alvo dessa necessidade de preparação psicológica para o início do trabalho, contudo, também devo dizer em minha defesa que foi apenas nestes últimos redutos do ano letivo, devido ao cansaço. Caros colegas, perdoem a minha sinceridade, realço assim que não falo por todos, apenas transmito uma ideia, baseando-me sim maioritariamente em algo que verifiquei comigo mesmo.
 Falando agora ao nível da nossa notável professora, Ana Paula, antes de mais devo dizer que acima de tudo se deve orgulhar de ter criado um grupo, que não sendo homogéneo, nutre agora gosto pela literatura, uma latente necessidade de ler, e sei agora que não falo apenas por mim, mas por todos. Agora terei que falar a título único e exclusivamente pessoal, pois trata-se da interpretação de cada um de nós. Na minha opinião, enquanto aluno, no âmbito da transmissão do amor pela Literatura, eu não terei sido dos maiores desafios da professora, essencialmente porque já tinha algumas bases, e esse mesmo amor já lá estava, apenas cresceu e amadureceu bastante. Não pretendo assim tirar qualquer mérito ao trabalho da professora comigo, não só enquanto aluno também, mas disso falaremos mais tarde. É inquestionável o meu gradual desenvolvimento, não só a nível da apreciação Literária, mas também a nível teórico, conteúdos, compreensão, entre muitos outros, e isso sim foi um trabalho em conjunto, meu e da professora. Para corroborar tudo isto que tenho dito, basta-nos juntar todos os materiais disponibilizados ao longo do ano, é bem mais que um segundo manual!
 Até agora referi a relação professora aluno, unicamente a nível digamos profissional, falta referir a relação pós aula se assim o podemos chamar. Um ponto que julgo fulcral, e que apenas agora me dou conta, é que a Professora Paula será sem dúvida, de todas as professoras que já tivemos no nosso ensino secundário, a professora que melhor nos conhece, um por um. É verdade, a disciplina também se presta a tal, contudo, ouve um “esforço” de ambas as partes para atingir esse fim. Foi à professora que muitas vezes transmitimos os nossos mais bem guardados segredos, foi também a ela que confiamos as nossas histórias mais pessoais, que nem mesmo à turma por vezes quisemos revelar. Já se terão perguntado o porquê de inconscientemente termos sentido esse à vontade? Pois bem, aqui está, o tal trabalho de ambas as partes que referi anteriormente, deu nisto.
 Assim sendo, professora, resta-me agradecer pelo trabalho que fez comigo ao longo do ano, e digo comigo pois não posso falar pelo resto da turma, que decerto diria o mesmo.  Sei o que diria neste momento, que o nosso percurso nesta disciplina ainda não terminou, apesar de estar a falar como tal. Bem sei disso, contudo esta é a última oportunidade que tenho de fazer um texto para o efeito, daí que fale assim.
 Estarei então pelo título a por um término à Literatura? Claro que não caros colegas, essa nunca mais nos largará, ou pelo menos assim espero, limito-me a despedir da minha estimada disciplina escolar.


Francisco Pimenta
11º LH





segunda-feira, 14 de maio de 2012

LI e recomendo...

Sobre o livro que será apresentado pela autora, hoje à tarde, aqui fica o conselho de uma aluna de 8º ano:


·         O livro A Rainha Oculta  é muito interessante, porque retrata a vida de D. Afonso Henriques e de sua primeira mulher ,Flâmula Gomes, e o amor vivido pelos dois!
Eu aconselho este livro a todas as pessoas que gostem de livros de romance.


Leonor Pinto
8ºA nº16

terça-feira, 10 de abril de 2012

sábado, 24 de março de 2012

Visita de Estudo ao Centro de Ciência Viva - Estremoz


(Notícia em atraso pelo qual este blogue pede desculpas aos autores...)


Em jeito de crónica…


     “Eles não sabem, nem sonham,
       que o sonho comanda a vida.”
                                              António Gedeão, Pedra Filosofal


                 Inspirados nas palavras do poeta em epígrafe, enveredámos pelo sonho e rumámos ao Centro de Ciência Viva, em Estremoz, numa manhã enevoada, (07.02.2012), mas radiosa pelo objetivo que a todos animava: verificar, in loco, tudo aquilo que até então aprendêramos na disciplina de Biologia e Geologia com implicações em Física e Química e também em certos aspetos de cultura geral.
                  Em são companheirismo com as turmas do curso de Ciências e Tecnologias do 10º ano, acompanhados pelos respetivos professores das disciplinas implicadas, chegámos entusiasmados a Estremoz.
   Rapidamente nos organizámos, conhecemos os nossos guias (jovens investigadores da Universidade de Évora) e fizemos uma viagem no tempo: o edifício onde nos encontrávamos fora o Convento das Maltesas e, posteriormente, um hospital. Regressámos aos nossos dias, com uma atualização sobre o programa da visita, o qual seguimos numa dinâmica de interatividade.
                  No piso superior aguardava-nos uma réplica do Tiranossauro Rex, um animal supostamente necrófago, que alguns quiseram guardar em fotografia para a eternidade.
                  Da exposição permanente, destacamos a referência à escala do tempo geológico que nos deu uma perceção evolutiva do mesmo.
                  Posteriormente, com uma recriação vulcânica em erupção, deparámo-nos com um cenário digno de Júlio Verne, em Viagem ao Centro da Terra.
                  Já no mundo subaquático, mergulhámos numa experiência oceânica nas águas lusas.
   Retemperámos forças com uma bela refeição e, munidos de capacetes, ficámos prontos para conhecer todas as funcionalidades de uma pedreira.
                 A terminar a visita, ainda tivemos tempo para observar uma exposição temporária que nos apresentou fósseis de variadas eras geológicas.
                  No final, cada um de nós, intimamente, qual “bichinho álacre e sedento” sentiu vontade de regressar um dia, quem sabe, então já no papel de guia a conduzir um grupo de jovens estudantes numa fantástica aventura científica.


                                                                   10ºCT3
 Texto elaborado na aula de Formação Cívica

terça-feira, 13 de março de 2012

Já li e recomendo

O mundo em que vivi , de Ilse Losa

Recomendo este livro a quem se interessa e tem  curiosidade por temas de guerras e conflitos, nomeadamente a 2ª Grande Guerra.

O mundo em que vivi retrata a vida de uma pessoa nesse período trágico da História Mundial, as suas experiências e vivências e as diferentes “raças” ou religiões discriminadas nessa época.



Raquel Mendes, 8ºA

quinta-feira, 8 de março de 2012

Eu já li e recomendo

   O rapaz verde, de Toni Brandão, é um excelente livro sobre ecologia, abordando diversas formas de preservar o nosso mundo e ajudar o planeta.
 Gostei de o ler,  é rápido, interessante e muito enriquecedor; fiquei a conhecer algumas coisas novas.
 Todos deviam ler este livro para mudarem certas atitudes que mais tarde podem fazer diferença .

Afonso Ludovico, 8º A

segunda-feira, 5 de março de 2012

Eu já li e recomendo


Cartas da Beatriz, Maria Teresa Maia Gonzalez

Aconselho a leitura deste livro, porque gosto de livros que retratam os problemas do dia-a-dia dos adolescentes. Beatriz sofria de bullying psicológico na escola, e nós hoje em dia temos muitos casos assim em Portugal.
Também porque com estes livros posso tentar perceber o que é que as pessoas que têm estes problemas sentem. Claro que não sinto realmente o que elas sentem, mas tento. Eles também me ajudam a ver os meus problemas e a resolvê-los mais facilmente. Quem sabe não ajudam também outras pessoas...

Margarida Pereira, 8º A

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Sessão Regional do Parlamento dos Jovens

Os deputados(as) da Escola Secundária Severim de Faria foram eleitos para participarem na sessão nacional do Parlamento dos Jovens na Assembleia da República em representação do círculo (distrito) de Évora. Um bom trabalho de equipa, uma argumentação sólida, uma atitude de participação democrática e um espírito afável, simpatia e uma comunicação eficaz com Ética, foram essenciais para serem eleitos para nos (a nós e ao distrito) representar na Assembleia da República. Triunfou o civismo e o trabalho de muitos, mesmo dos que não puderam estar presentes, mas que participaram desde início: fazendo, criticando e argumentando. Foram eleitas a Ana Garcia (porta-voz do distrito) e a Inês Rosa.





Livros e mais livros

Li e recomendo:





Aconselho a ler o livro Hotel para cães,  de Lois Duncan, essencialmente para quem gosta de animais,  especialmente de cães, pois é um livro com bastante acção e divertimento.


Maria Beatriz Mendes,
8º A

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Eu já li e recomendo

Os alunos da nossa escola leem, fazem apresentações sobre livros (muitas delas bem sugestivas e criativas) e, agora, dão a sua opinião para que outros também leiam. 
Passa a palavra e lê tu também.

Recomendo o livro Artur e os Minimeus , de Luc Besson,  porque é um livro cheio de aventura, no qual se entra num mundo imaginário de criaturas fantásticas.
Uma parte do livro é um mistério, na minha opinião muito curioso, e o resto do livro é a aventura da descoberta de um mundo paralelo.

Beatriz Peixe, 8º A

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Poemas com frutos ou frutos poéticos?

Frutos também são pretexto para dar largas à imaginação poética.
Uma iniciativa da turma 8º B, na aula de Língua Portuguesa e a decorar as "montras" da Biblioteca.


Livros e exposições com o lá fora cá dentro

Também na Severim, numa iniciativa do grupo disciplinar de Espanhol, atividades a puxar à língua de "nuestros hermanos". Aqui fica registada a exposição, na Biblioteca, de alguns títulos e autores em espanhol. Aconselhamos vivamente a leitura de um deles: "A sombra do vento", de Carlos Ruiz Zafón. Vão ler e chorar por mais...

Coisas simples

Às vezes a simplicidade é uma virtude, foi o caso nesta escola.

O grupo disciplinar de Ciências da Natureza recriou ao vivo, no bar da escola, a roda dos alimentos.

Aqui está ela em duas perspetivas fotogénicas:

terça-feira, 18 de outubro de 2011

"Ó sino da minha aldeia" - versão criativa de alunos

A propósito de “Ó sino da minha aldeia” de Fernando Pessoa 

Ó memórias da minha vida

Ó memórias com asas,
Vão e vêm sem avisar,
Eu sei quais são as causas
Pois não sei onde as guardar.

Talvez um dia vá descobrir,
Posso guardá-las,
Posso abandoná-las,
Vai depender do que eu sentir.

Porque temos de escolher
Sem ter certezas?
Porque temos de saber
Se ainda temos incertezas?

Um dia haverás de saber
Se guardá-las, se abandoná-las,
Mas enquanto não conseguir guardá-las
Preocupo-me em viver!

Rita Silva Pestana, 8º C, nº 22


Ó árvores da minha terra

Ó árvores da minha terra
Que dão luz ao coração
Que estão numa serra
Acompanhadas de uma canção.

Essas canções, cantadas
Por pássaros e animais
Como lobos e pardais
Para depois serem recordadas.

Chega o Outono
E as folhas enfeitadas
Todas, todas decoradas
Para o baile enfadonho.

Nesse baile enfadonho
Há muitas folhas no chão,
Mas também parece um sonho,
Com todo o meu coração!

Margarida Cordeiro, 8º C, nº 17

Ó canção da minha vida


Ó canção da minha vida
Animaste-me em tempos árduos
Com a letra toda lida
Ao contrário e de lado!

Foste fruto do teu criador
Que deu a alma e o coração
Para escrever-te, canção,
Sem tristeza, sem ódio, sem dor!

Tal como o público adorou
Esta canção maravilhosa
Toda a gente chorou
Com mil lágrimas bondosas!

E assim descansou o cantor
Com a música que ficará na história
E agora falo com glória
Da melhor canção de amor!

João Silva, 8º C, nº 13


sexta-feira, 22 de julho de 2011

Escolher ou tomar opções (1)


Uma questão essencial da cidadania é escolher ou tomar opções de uma forma racional, o que depende da informação, da clareza ou fidedignidade das informações, da reflexão e  de … algum risco! Se tudo fosse só facilidades, se a culpa fosse sempre dos outros, até poderia parecer um paraíso, mas também uma seca, um tédio.
É fundamental escolher e continuar aquilo que escolhemos, tomar o nosso futuro nas mãos, mesmo que sejamos mais novos ou mais velhos.
Vem isto a propósito das opções nas escolhas dos cursos, para a universidade ou ensino politécnico, nas escolhas no ensino secundário.
É  fundamental  saber o que queremos. E a resposta tem que vir de nós próprios e não apenas do que outros nos mandam fazer, por mais úteis (e muitos são) os conselhos.
Infelizmente, ou talvez felizmente, não prevemos o futuro com certezas. Mas há indicadores: muitos cursos podem até ter o mesmo nome, mas podem ser diferentes na qualidade. Informemo-nos. Há cada vez mais informação seja em papel ou na Internet. Informemo-nos sem preconceitos, pedindo ajuda se for preciso.
Há quem desista à partida por razões económicas. É de pensar mais que uma vez. Porque também há bolsas de estudo e, se for preciso, também se pode ganhar algum dinheiro fazendo uns trabalhos durante o Verão. Não se pode é desistir.
Há também quem desista porque não sabe se vai arranjar emprego naquilo de que gosta. Só que daqui a 3, 5, dez anos o mundo vai ser diferente, e se todos forem para o mesmo lado certamente aí é que vai haver desemprego. Há áreas que já tiveram sucesso no passado, outras que ainda têm, outras que deixaram de ter. O melhor é ser bom naquilo que queremos. Escolher um curso, uma opção de que não gostamos pode ser meio caminho para o insucesso... Até os dados estatísticos provam isso. O ano de maior insucesso escolar no ensino secundário é o décimo ano; o ano de maior insucesso no ensino superior é o primeiro ano. Muito desse insucesso se deve a más escolhas em termos pessoais.
Não podemos ir só atrás dos outros nem tomar decisões precipitadas. Mas se houver dificuldades no caminho, também temos a possibilidade de virar para outro lado. Nada é irreversível.

João Simas

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Notícias em atraso II

Jornalista na Escola Secundária de Severim de Faria

No passado dia 24 de Março, a turma do 7º A, no âmbito do estudo de textos da Comunicação Social na disciplina de Língua Portuguesa, recebeu a agradável visita do jornalista da TVI, Amilcar Matos, pai do aluno Diogo Matos.
Depois de uma apresentação do jornalista introduzida pelo próprio filho, os alunos – que antecipadamente haviam trabalhado a entrevista – levantaram questões sobre os diferentes tipos e técnicas de textos jornalísticos e sobre o trabalho desenvolvido por Amilcar Matos como profissional de televisão (TVI), jornalismo e rádio.
No final, houve ainda tempo para uma conversa mais informal entre os jovens entrevistadores e o entrevistado.

Beatriz Peixe (7º A )e Paula Vidigal