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segunda-feira, 7 de junho de 2010

Exames e decisões


   Chegou a altura mais temida para muitos jovens portugueses, a época de exames nacionais. Estes podem decidir o seu futuro, entrar ou não no curso superior pretendido, ou pior a dúvida final de que curso escolher. Decidi escrever um texto de reflexão sobre a minha própria experiência para os que estão a passar aquilo que eu já passei.
Sinceramente, nunca me preocupei com os exames nacionais, o meu dilema foi mais “Que curso escolher?”. Talvez seja a minha natureza de ser curiosa e desejar conhecer mais, mas sempre tive indecisa numa área, e apesar de estar no segundo ano do curso, ainda hoje penso se deveria ter escolhido outro curso. Não porque não esteja a gostar do curso, mas porque tenho um grande interesse noutras áreas.
   Vou começar pelo inicio do meu percurso, quando ingressei no ensino secundário escolhi a área de Ciências Sociais e Humanas porque pretendia seguir Direito, entretanto apaixonei-me pela Filosofia e pela Psicologia, no entanto pensei em seguir História, mas eu pensava como a maior parte das pessoas pensa que História dá apenas para dar aulas (hoje sei que tem várias saídas).
   E querem saber quando realmente decidi a minha primeira opção? No momento de preencher as opções. E a minha primeira opção acabou por ser Ciências da Informação e documentação. Porque o escolhi? Ao certo não sei, mas como era um curso que tinha disciplinas de História, Informática, Gestão e Sociologia, chamou-me a atenção e principalmente por ter como saída trabalhar numa biblioteca (no entanto tem mais saídas).
   Considero que as pessoas por vezes escolhem os cursos pelos motivos errados. Há cursos que estão na “moda” e as Universidades aproveitam para abrir muitas vagas, porque ganham com isso, no entanto o aluno não ganha nada com isso. Já pensaram quantas pessoas se formam em Psicologia por ano?! E continua a haver muitos alunos a desejarem tirarem Psicologia, continuo a ter interesse por Psicologia, mas hoje vejo que realmente não teria vocação para Psicologia. Acho que os jovens que queiram ingressar no ensino superior devem ter noção de algumas coisas como: as saídas profissionais, as disciplinas leccionadas pelas universidades, se têm vocação ou não para exercer a profissão pretendida.
   Há mais, a Universidade não deve ser vista como uma maneira de fugir dos pais e ter liberdade. Tudo deve ser na medida certa. Muito estudo e um pouco de diversão. Ir para a universidade pode ser uma experiencia para os jovens deixarem de ser adolescentes e darem o salto em frente, ser adultos.
Desejo a todos boa sorte para os exames!
Daniela Parra
(título da responsabilidade dos autores do blogue)

1 comentário:

Paula Vidigal disse...

Obrigada pelo teu contributo, as tuas palavras são de certeza um belo exemplo e ajuda, ainda bem que te lembraste dos teus ex-colegas.

Felicidades

Paula Vidigal