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terça-feira, 18 de outubro de 2011

"Ó sino da minha aldeia" - versão criativa de alunos

A propósito de “Ó sino da minha aldeia” de Fernando Pessoa 

Ó memórias da minha vida

Ó memórias com asas,
Vão e vêm sem avisar,
Eu sei quais são as causas
Pois não sei onde as guardar.

Talvez um dia vá descobrir,
Posso guardá-las,
Posso abandoná-las,
Vai depender do que eu sentir.

Porque temos de escolher
Sem ter certezas?
Porque temos de saber
Se ainda temos incertezas?

Um dia haverás de saber
Se guardá-las, se abandoná-las,
Mas enquanto não conseguir guardá-las
Preocupo-me em viver!

Rita Silva Pestana, 8º C, nº 22


Ó árvores da minha terra

Ó árvores da minha terra
Que dão luz ao coração
Que estão numa serra
Acompanhadas de uma canção.

Essas canções, cantadas
Por pássaros e animais
Como lobos e pardais
Para depois serem recordadas.

Chega o Outono
E as folhas enfeitadas
Todas, todas decoradas
Para o baile enfadonho.

Nesse baile enfadonho
Há muitas folhas no chão,
Mas também parece um sonho,
Com todo o meu coração!

Margarida Cordeiro, 8º C, nº 17

Ó canção da minha vida


Ó canção da minha vida
Animaste-me em tempos árduos
Com a letra toda lida
Ao contrário e de lado!

Foste fruto do teu criador
Que deu a alma e o coração
Para escrever-te, canção,
Sem tristeza, sem ódio, sem dor!

Tal como o público adorou
Esta canção maravilhosa
Toda a gente chorou
Com mil lágrimas bondosas!

E assim descansou o cantor
Com a música que ficará na história
E agora falo com glória
Da melhor canção de amor!

João Silva, 8º C, nº 13


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