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domingo, 12 de dezembro de 2010

(Sem título)

A liberdade, o motor do pensamento do Homem. O que queremos... e de que precisamos para a alcançar?
Filósofos e filósofos renunciaram à sua própria liberdade, prendendo-se à mesma para a analisar a fundo e descobrir como a alcançar, chegando a nenhures. Mas será que se prenderam mesmo? Se formos nós a prender uma cotovia numa gaiola, estamos a prendê-la... mas então e se for a própria ave a entrar para a gaiola? Suponho que o que os filósofos fazem é estudar aquilo de que gostam, não seriam completos filósofos se não gostassem do que estudam, no fundo, no fundo, filósofo é ser amigo da sabedoria.
Do meu ponto de vista, creio que somos livres não o sendo (e sim, podemos acreditar em paradoxos, não será isso a religião?). Somos livres quando temos direitos e esses direitos nos permitem fazer o que gostamos. Porém, não somos livres, porque temos deveres... mas os deveres são fundamentais e precisam de existir: se vivêssemos numa anarquia, basicamente sucederia-se o seguinte, uma pessoa maior que tu aparece e simplesmente tens de lhe obedecer, até alguém maior aparecer, e assim, não só estaríamos a anular os direitos de todos em função de um, como também os deveres valeriam mais.
Simplesmente a liberdade é uma miragem mas não um oásis, este ao menos pode ser alcançado. A liberdade acaba por basear-se na seguinte regra: faz o que gostas, não prejudiques os outros.

Tiago Filipe, 12º Ano

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