Faria conversas no presente e não no condicional...aqui na Severim de Faria, gente de cá ou próximo deste cá.Sobre tudo o que seja actual, criativo, sonante, interessante, humorístico, polémico, ou seja, o passado, o presente, os clássicos, o contemporâneo. Tendo como fontes: literatura, arte, cinema, jornalismo, ciência, televisão... tudo e mais alguma coisa.
terça-feira, 29 de novembro de 2011
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Poemas com frutos ou frutos poéticos?
Frutos também são pretexto para dar largas à imaginação poética.
Uma iniciativa da turma 8º B, na aula de Língua Portuguesa e a decorar as "montras" da Biblioteca.
Uma iniciativa da turma 8º B, na aula de Língua Portuguesa e a decorar as "montras" da Biblioteca.
Livros e exposições com o lá fora cá dentro
Também na Severim, numa iniciativa do grupo disciplinar de Espanhol, atividades a puxar à língua de "nuestros hermanos". Aqui fica registada a exposição, na Biblioteca, de alguns títulos e autores em espanhol. Aconselhamos vivamente a leitura de um deles: "A sombra do vento", de Carlos Ruiz Zafón. Vão ler e chorar por mais...
Coisas simples
Às vezes a simplicidade é uma virtude, foi o caso nesta escola.
O grupo disciplinar de Ciências da Natureza recriou ao vivo, no bar da escola, a roda dos alimentos.
Aqui está ela em duas perspetivas fotogénicas:
O grupo disciplinar de Ciências da Natureza recriou ao vivo, no bar da escola, a roda dos alimentos.
Aqui está ela em duas perspetivas fotogénicas:
terça-feira, 18 de outubro de 2011
"Ó sino da minha aldeia" - versão criativa de alunos
A propósito de “Ó sino da minha aldeia” de Fernando Pessoa
Ó memórias da minha vida
Ó memórias com asas,
Vão e vêm sem avisar,
Eu sei quais são as causas
Pois não sei onde as guardar.
Talvez um dia vá descobrir,
Posso guardá-las,
Posso abandoná-las,
Vai depender do que eu sentir.
Porque temos de escolher
Sem ter certezas?
Porque temos de saber
Se ainda temos incertezas?
Um dia haverás de saber
Se guardá-las, se abandoná-las,
Mas enquanto não conseguir guardá-las
Preocupo-me em viver!
Rita Silva Pestana, 8º C, nº 22
Ó árvores da minha terra
Ó árvores da minha terra
Que dão luz ao coração
Que estão numa serra
Acompanhadas de uma canção.
Essas canções, cantadas
Por pássaros e animais
Como lobos e pardais
Para depois serem recordadas.
Chega o Outono
E as folhas enfeitadas
Todas, todas decoradas
Para o baile enfadonho.
Nesse baile enfadonho
Há muitas folhas no chão,
Mas também parece um sonho,
Com todo o meu coração!
Margarida Cordeiro, 8º C, nº 17
Ó canção da minha vida
Ó canção da minha vida
Animaste-me em tempos árduos
Com a letra toda lida
Ao contrário e de lado!
Foste fruto do teu criador
Que deu a alma e o coração
Para escrever-te, canção,
Sem tristeza, sem ódio, sem dor!
Tal como o público adorou
Esta canção maravilhosa
Toda a gente chorou
Com mil lágrimas bondosas!
E assim descansou o cantor
Com a música que ficará na história
E agora falo com glória
Da melhor canção de amor!
João Silva, 8º C, nº 13
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Escolher ou tomar opções (1)
Uma questão essencial da cidadania é escolher ou tomar opções de uma forma racional, o que depende da informação, da clareza ou fidedignidade das informações, da reflexão e de … algum risco! Se tudo fosse só facilidades, se a culpa fosse sempre dos outros, até poderia parecer um paraíso, mas também uma seca, um tédio.
É fundamental escolher e continuar aquilo que escolhemos, tomar o nosso futuro nas mãos, mesmo que sejamos mais novos ou mais velhos.
Vem isto a propósito das opções nas escolhas dos cursos, para a universidade ou ensino politécnico, nas escolhas no ensino secundário.
É fundamental saber o que queremos. E a resposta tem que vir de nós próprios e não apenas do que outros nos mandam fazer, por mais úteis (e muitos são) os conselhos.
Infelizmente, ou talvez felizmente, não prevemos o futuro com certezas. Mas há indicadores: muitos cursos podem até ter o mesmo nome, mas podem ser diferentes na qualidade. Informemo-nos. Há cada vez mais informação seja em papel ou na Internet. Informemo-nos sem preconceitos, pedindo ajuda se for preciso.
Há quem desista à partida por razões económicas. É de pensar mais que uma vez. Porque também há bolsas de estudo e, se for preciso, também se pode ganhar algum dinheiro fazendo uns trabalhos durante o Verão. Não se pode é desistir.
Há também quem desista porque não sabe se vai arranjar emprego naquilo de que gosta. Só que daqui a 3, 5, dez anos o mundo vai ser diferente, e se todos forem para o mesmo lado certamente aí é que vai haver desemprego. Há áreas que já tiveram sucesso no passado, outras que ainda têm, outras que deixaram de ter. O melhor é ser bom naquilo que queremos. Escolher um curso, uma opção de que não gostamos pode ser meio caminho para o insucesso... Até os dados estatísticos provam isso. O ano de maior insucesso escolar no ensino secundário é o décimo ano; o ano de maior insucesso no ensino superior é o primeiro ano. Muito desse insucesso se deve a más escolhas em termos pessoais.
Não podemos ir só atrás dos outros nem tomar decisões precipitadas. Mas se houver dificuldades no caminho, também temos a possibilidade de virar para outro lado. Nada é irreversível.
João Simas
João Simas
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Notícias em atraso II
Jornalista na Escola Secundária de Severim de Faria
No passado dia 24 de Março, a turma do 7º A, no âmbito do estudo de textos da Comunicação Social na disciplina de Língua Portuguesa, recebeu a agradável visita do jornalista da TVI, Amilcar Matos, pai do aluno Diogo Matos.
Depois de uma apresentação do jornalista introduzida pelo próprio filho, os alunos – que antecipadamente haviam trabalhado a entrevista – levantaram questões sobre os diferentes tipos e técnicas de textos jornalísticos e sobre o trabalho desenvolvido por Amilcar Matos como profissional de televisão (TVI), jornalismo e rádio.
No final, houve ainda tempo para uma conversa mais informal entre os jovens entrevistadores e o entrevistado.
Beatriz Peixe (7º A )e Paula Vidigal
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