Antes do início do novo ano letivo, deixamos um apontamento relativo às atividades das Bibliotecas Escolares (ESSF), no ano letivo 2025-2026: Promoção de empréstimo de livros e formação de leitores; Encontro com autores e promoção da leitura; Mês Internacional das Bibliotecas Escolares: “Conversa Torguiana” (conversa entre Ana Paula Ferrão e Xavier Mourato Nabo, para celebrar Miguel Torga); Feira do livro usado; Dia da Europa; Línguas Estrangeiras: Dia Europeu das Línguas; Exposição de trabalhos “Direitos Humanos”, Concurso Halloween; Exposição “Supercharged by AI”; Parlamento dos Jovens – Ensino Secundário e 3º ciclo (Literacia Financeira: Os Jovens contam); Escola EPAS; Dia da Língua Portuguesa; Dia da Diversidade Cultural; Dia da Mulher (Exposição); Exposição Direitos humanos / Dia de Memória das vítimas do Holocausto (Encontro com Margarida Amaral sobre Hannah Arendt e a “Banalidade do Mal”); Dia Mundial da Poesia (Exposição e leituras); Dia do Patrono: Exposição (As Viagens de Severim de Faria) e leituras na BE (Contos da Tradição Oral, com Ilda Coelho); Concurso interconcelhio de leitura “Leituras na Planície” (todos os ciclos); Abril mês da leitura: “Leituras partilhadas / Partilha de leituras em voz alta” e “Leituras em todas as línguas e sotaques”; Exposição “25 de abril”; 50 anos da Constituição (Encontros com o Juiz Edgar Valente); Projetos Entre Olhares; Projeto Camões Engenho e Arte: (LER Camões e Recriar Camões; “Os Lusíadas” manuscrito); Teatro/musical (“Canto Camões”); Atividades do PNC: projeção de filmes, exposições; Encontro de autor com Manuela Frade (“Viagens Exóticas”) e Maria do Céu Pires (“Sobre a alegria – Carta aos meus netos”); Projeto “Voz Comum – Polifonias de Pertença” (Évora_27, capital europeia da cultura); Ponto de Biblioteca; Dinamização do Jornal... E muito mais!
Fariaconversas
Faria conversas no presente e não no condicional...aqui na Severim de Faria, gente de cá ou próximo deste cá.Sobre tudo o que seja actual, criativo, sonante, interessante, humorístico, polémico, ou seja, o passado, o presente, os clássicos, o contemporâneo. Tendo como fontes: literatura, arte, cinema, jornalismo, ciência, televisão... tudo e mais alguma coisa.
domingo, 30 de agosto de 2026
Bibliotecas escolares - Atividades 2024/2025
Antes do início do novo ano letivo, deixamos um apontamento relativo às atividades das Bibliotecas Escolares (ESSF), no ano letivo 2024-2025: Promoção de empréstimo de livros e formação de leitores; Encontro com autores e promoção da leitura; Parlamento dos Jovens – Ensino Secundário e 3º ciclo (Novas Tecnologias: Oportunidades e Desafios para os Jovens); Escola EPAS; Dia da Europa; Línguas Estrangeiras: Dia Europeu das Línguas; Exposição de trabalhos, Concurso de Escrita; Dia da Língua Portuguesa; Dia da Diversidade Cultural; Dia da Mulher (Exposição); Exposição Direitos humanos / Dia de Memória das vítimas do Holocausto; Feira do livro e Feira do livro usado; Dia do Patrono: leituras na BE (Vida e obra de Luís de Camões, com Ilda Coelho); Concurso interconcelhio de leitura “Leituras na Planície” (todos os ciclos); Exposição “25 de abril”; Projeto Entre Olhares: Ciclo de Filmes para a interculturalidade (incluiu o encontro com o realizador Zezé Gamboa) / Exposição “2835 Milhas” / Gastronomia (Recolha de receitas: “Receitas Partilhadas”) / Autores (Arlinda dos Mártires, Antónia Mendes, Samuel Spínola), Música (samba), Dança (de S. Tomé: “Borderless”), entre outros; No âmbito da comemoração dos 500 anos do nascimento de Luís de Camões, projeto Camões Engenho e Arte: (A escola a LER Camões, Recriar Camões “exposição de trabalhos”; “Concurso de Cartazes”; “Marcadores de Livros”; Início do projeto “Os Lusíadas” manuscrito); Atividades do PNC (inclui encontro com realizador Bruno Caetano), projeção de filmes, exposições; Teatro/musical; Dinamização do Jornal... E muito mais!
domingo, 22 de setembro de 2024
Bibliotecas escolares - Atividades 2023/2024
Hoje começa o outono. Estamos de volta à escola, para mais um ano letivo. Antes de avançarmos e para não esquecer, deixamos a lista abreviada das atividades das Bibliotecas Escolares, no ano letivo 2023-2024: Promoção de empréstimo de livros e formação de leitores; Encontro com autores e promoção da leitura: Manuel Dias, Marco Serrabulho, Manuela Vieira, Poetas populares… Mostras bibliográficas e Exposição multilingue (Cervantes; Pipi das Meias Altas); Hoje não! – Tribunal na escola, com APMJ e Aurora Rodrigues; Parlamento dos Jovens – Ensino Secundário e 3º ciclo; Escola EPAS; Dia da Europa; Línguas Estrangeiras: Dia Europeu das Línguas; Exposição de trabalhos, Halloween, Autores; Dia da Língua Portuguesa; Dia da Diversidade Cultural; Dia da Mulher – Exposição “Mulheres do meu País”, de Maria Lamas; Exposições “Igualdade de género” (IPDJ); “Igualdade” (Fundação J. Cidade); Exposição Direitos humanos / Dia de Memória das vítimas do Holocausto; Feira do livro e Feira do livro usado; Dia do Patrono: leituras na BE, “mês das línguas e da leitura”; Kathársis – Ensino Secundário / 3º ciclo; Concurso interconcelhio de leitura “Leituras na Planície” (todos os ciclos); Projeto "abril depois de abril" (RBE): filmes (ciclo PNC – filmes comentados por Dr. Alberto ferreira), exposições (cartazes, trabalhos, “Poder local” alunos da Universidade de Évora…), concurso (cartazes), teatro/ musical, testemunhos (Xico Braga, Aurora Rodrigues, Manuel Branco, Poetas Populares…); Dinamização do Jornal... E muito mais!
terça-feira, 10 de outubro de 2023
Prémio Camões 2023
Professor Universitário, ensaísta e tradutor, João Barrento é o vencedor da 35.ª edição do Prémio Camões, pelo conjunto da obra.
De acordo com o anúncio de hoje, 10
de outubro de 2023, do Ministério português da Cultura:
“João Barrento foi
reconhecido pelo júri como autor de uma obra relevante e singular em que
avultam o ensaio e a tradução literária. Em particular, as suas traduções de
literatura de língua alemã, que vão da idade média à época contemporânea, e em
todos os géneros literários, formam o mais consistente corpo de traduções
literárias do nosso património cultural e constituem indubitavelmente um meio
de enriquecimento da língua e de difusão em português das grandes obras da
literatura mundial” (lê-se no comunicado, que cita o júri).
Segundo a Agência Lusa, para o ministro português
da Cultura, Pedro Adão e Silva, o ensaísta, tradutor e crítico literário João
Barrento, de 83 anos, é “um dos pensadores mais acutilantes da arte e da
cultura em Portugal”.
Cronista e professor
universitário, João Barrento, nasceu a 26 de abril de 1940 em Alter do Chão. Licenciou-se
em Filologia Germânica pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e
publicou diversos livros de ensaio, crítica literária e crónica.
In: https://www.lusa.pt/article/41651753/jo%C3%A3o-barrento-vence-pr%C3%A9mio-cam%C3%B5es-2023
Aparas dos Dias. A Escrita na Ponta do Lápis
"Este é o meu livro de leitura, de leituras, de colheitas, de respostas aos apelos de outros livros e a chamadas que sempre foram chegando, e continuam a chegar.
Legere = ler, colher, apanhar…. o que foi caindo dia a dia no papel, ainda na máquina de escrever, no computador, nos cadernos das intervenções públicas… Dessa massa se faz o pão deste livro múltiplo. O seu ritmo é o dos dias: desiguais e acidentados, com altos e baixos, estradas longas e pequenos atalhos e desvios. Breves iluminações e troços de respiração mais ampla. Espelho de interesses, de obsessões, de paixões que os anos só vêm confirmar e consolidar…" João Barrento
Excerto
A roda de leitura
"Por vezes sonho o sonho do fim da avalancha de livros que semana a semana me submerge. Sonho com o dia em que pudesse ficar apenas com uma ou duas dúzias de livros, não para me retirar para a conhecida ilha deserta, mas para poder dizer, como o Poeta (aquele que assim trato é Hölderlin): «uma vez / como os deuses terei vivido. E mais não é preciso». E afinal, ele aqui está, esse leitor feliz e intenso, não o leitor interactivo de hoje, mas o iterativo, moderadamente assediado pela letra impressa na roda de leitura… O eterno retorno dos livros que vale a pena ler. A biblioteca giratória e eternamente igual a si mesma. O panteão dos melhores, com a garantia de que um livro seria lido, relido, absorvido e pensado até à exaustão (coisa que raramente se faz). Exaustão do seu manancial de beleza e pensamento, exaustão de mente e corpo de um leitor-oleiro que passa o tempo a carregar no pedal que faz avançar a roda…"
quinta-feira, 5 de outubro de 2023
Professor Bibliotecário da E.S. Severim de Faria
João Simas,
Professor Bibliotecário da E.S. Severim
de Faria
PARA O COLEGA JOÃO SIMAS
Plantar uma
árvore, ter um filho e escrever um livro - há quem resuma assim a missão do
homem na Terra. Preservação da natureza, da espécie e da cultura - três vetores
essenciais para os quais o João contribuiu de forma notável.
De Sousel a Estremoz e de Arraiolos ao Liceu de Évora, de Mértola a Vila
Real de S. António , de Évora a Lisboa, passando pelo Cano; de "O Rio e os
Homens" do Guadiana às Tertúlias Radiofónicas Eborenses, até chegar e
permanecer na "Rua de Alconxel", o seu percurso foi sempre pautado por
viagens inspiradoras, criativas e interventivas.
Há pessoas
que acrescentam, que enriquecem, que iluminam o mundo com o seu saber, a sua
cultura e a sua empatia.
Há pessoas
que , quando partem, deixam boas sementes para os que ficam continuarem a cultivar e a fazer florescer.
Há pessoas
que são bibliotecas itinerantes, que partilham sonhos e saberes.
Assim é o colega
João Simas, que ficará sempre connosco!
Os colegas amigos (...)
DO COLEGA JOÃO SIMAS
Ontem, dia 12 de julho, estive num almoço com colegas da Biblioteca que trabalharam comigo ao longo de anos. Também me escreveram um texto que reproduzo e uma recordação viva (um bonsai). Respondi-lhes com um agradecimento.
"Colegas e amigos (as)
“É bonita a festa pá”. Falo do presente, porque o conhecimento do passado é também o meu ofício, mas os momentos que se vivem são únicos, para serem vividos.
Agradeço a lembrança e a vivência deste dia, assim como a oferta do ulmeiro e o texto, até porque são referências de coisas que aprecio: viver a vida, conviver com amigos, sentir as plantas crescer, por vezes de forma imprevisível (e ainda bem!), refletir, escrever como me apetecer, com algum sentido, mas sempre com mensagem para alguém, para que o mundo seja um pouco melhor. E os “banquetes” são sempre bem vindos. Não seguindo Platão, no Simpósio (banquete), sou platónico nessa forma de estar, epicurista também, nesse devir de ideias e degustações.
Tive alguma sorte na vida pois ainda conheci um mundo rural, sem luxos mas onde era possível andar nos campos, tomar banhos nas ribeiras, provar medronhos nas serras alentejanas, conhecer gente anónima de pouca ou nenhuma escolaridade mas com sabedorias ancestrais, gente combativa, apesar dos tempos, num país fechado e censurado, em que as crianças e jovens eram criadas para “servir a Pátria”, nas Áfricas, de bico calado, onde as bibliotecas itinerantes traziam a literatura e livros de conhecimentos vários que depois comentávamos, em surdina. E agradeço também aos meus pais que dispunham de livros e estimulavam a leitura e a escrita e a curiosidade. A minha mãe recitava-me poesias de Camões e outros, que ainda sei de cor. Ensinaram-me também o diálogo com os outros, e a saber ver nos outros mais do que aquilo que aparentam.
O 25 de Abril apanhou-me no final do liceu e nos tempos seguintes vivi intensamente em Arraiolos onde acompanhei as mudanças, em Lisboa onde todos os dias havia novidades, tanto na Faculdade de Letras, como numa residência de estudantes, onde a maioria era de outros cursos, em que discutíamos de tudo (hoje ainda nos encontramos). A rua, os cafés onde se liam jornais, onde se falava e escrevia no meio de fumaradas, outros locais inundados de gente, foram também grandes escolas e referências para a vida, ligando a teoria à prática, participando, tentar sempre ir mais além. Conheci um novo mundo mais cosmopolita, mais aberto e um povo que respirava e aspirava. E a amizade, mesmo com discussões, por vezes exaltadas, preserva-se, continua.
Também tive sorte com a família, com quem me acompanhou, com filhos e netas, a quem espero deixar alguma coisa, sem modelos, porque cada um é o que é e o que constrói.
Nos 42 anos e 3 meses que estive no ensino, em diversas escolas e em diversas funções e ciclos de ensino, a Biblioteca foi para mim, não apenas uma profissão mas uma escolha e um modo de vida que quase confundia com a minha casa. Na Escola Secundária Severim de Faria estive 23 anos seguidos, também no Conselho Pedagógico e sempre com alunos. Procurei sempre proporcionar um ambiente de liberdade, de ideias e de expressão, sem grandes dirigismos, promovendo os grupos, sem esquecer nunca os indivíduos, não apenas os bons alunos, como os aparentemente desinteressados, os diferentes da norma. Também, sem desistir dos clássicos, da literatura, ciências e artes, transigindo pouco com as banalidades, que apenas entretêm para logo ficar esquecidas. Prefiro a provocação e o espanto e cada um que enfrente a vida.. Entendo que o mundo deve ser diversificado, que se pode escolher diferentes percursos, com entusiasmo, também com angústias e incertezas que se transformam em prazer, mesmo que os objetivos mensuráveis ou não, não se cumpram na totalidade, mesmo que a Utopia não seja alcançada.
Nada se fez sozinho. Nada de modelos rígidos, nada de modas apregoadas num dia, esquecidas no outro. Os projetos em que a Biblioteca participou, foram sempre feitos com conjuntos de pessoas diversificadas, professores, funcionárias, alunos, gente convidada que nos contou as suas experiências ao logo da vida, as suas vivências, os livros que escreveram. E sempre que possível associando a leitura, bem degustada com a escrita que nos liberta. Serviço público e combate pela cidadania.
Convivi e trabalhei na Biblioteca, com pessoas de várias formações, cada uma com a sua personalidade e a sua história de vida. Do respeito pela personalidade de cada um, do diálogo e da tolerância surgem novas ideias e práticas. Para quê perder tempo com pequenos acidentes de percurso, quando há mais coisas que nos unem do que nos separam, quando o tempo bem usufruído é um bem precioso. Além disso, aprecio o trabalho discreto, o que parece simples quando feito, o trabalho técnico demorado mas que permite o acesso à informação.
Tal como mudei várias vezes de terra, agora mudo também de vida, fazendo coisas que já fazia, coisas que gostava e gosto, outras diferentes, algumas com mais vagar, palavra antiga que hoje está (e bem) novamente na moda e, mesmo que não estivesse, é preciso tempo para pensar e agir.
Agradeço a todos a vossa presença e também daqueles que não puderam estar.
Ando por aí. Vamo-nos encontrando.
Um abraço"
CONCEIÇÃO ORVALHO
Quando o orvalho
dos lírios escorreu
nasceu a cor roxa
e o sofrimento escondeu.
Foi transformado
na palavra escrita
que fez renascer
a esperança infinita.
Do campo para a cidade
das raízes para a
civilização
manteve sempre a sua pureza
e grandeza de coração.
Cidália Gil
A que Conceição Orvalho respondeu, de improviso (...)
Prémio Nobel
da Literatura 2023
O prémio foi atribuído “pelas peças e
prosa inovadoras que dão voz ao indizível”.
Muito premiado, Jon Fosse escreve em
norueguês (variante nynorsk) e tem algumas das suas obras publicadas em
Portugal, como O Outro Nome, Trilogia, Manhã e Noite, Sou o Vento
/ Sono / O Homem da Guitarra, Lilás, O Sonho de Outono / Nome, Inverno e A
Noite Canta os Seus Cantos.
segunda-feira, 7 de março de 2022
Bibliotecas escolares - Atividades 2025/2026
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Crónica das Sabichonas Porque é que nós gostamos de ler? Porque é barato. Porque é que é barato? Porque ainda não aumentaram os imposto...
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