quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Parlamento dos Jovens (ESSF): Medidas da lista A

 Exposição dos Motivos

A Educação é um direito ao qual toda a população deve ter acesso, sem discriminação racial, sexual, física ou económica. Em Portugal o Ensino obrigatório e gratuito é, actualmente, até ao décimo segundo ano. Apesar disto, achamos que ao longo do tempo alguns aspectos deste ensino obrigatório e gratuito têm sido esquecidos.
Para contrariar esta tendência, estamos preocupados em anular estas grandes diferenças existentes, tentando contribuir para uma Educação igualitária, autêntica e gratuita (de acordo com os princípios da Constituição da República Portuguesa). Também com uma especial atenção ao ambiente, pretendemos ajudar a preservar a natureza reduzindo o abate de árvores.

Portanto pretendemos melhorar o Ensino da forma que nos parece mais correcta, desenvolvendo um ensino geral melhor preparado para o futuro, e um Ensino Secundário mais especializado e melhor preparado (e que prepare melhor os estudantes) para o Ensino Superior.

Medidas

1. Criação de um Banco de Livros, para o ensino Básico e Secundário, criando uma educação mais ecológica, cívica e acessivel para a população.

2. Maior opção de escolha de disciplinas no ensino Secundário e possível utilização destas para o acesso ao ensino Superior, permitindo uma maior especialização e formação.

 3. Maior integração de alunos com necessidades especiais e adaptação do parque escolar às necessidades destes, tal como de pessoal docente e não docente.



Membros da Lista A:

Maria Leonor Alves Ribeiro
Ana Fragata
Tiago Marques
Ana Rita Dias
Carolina Pena
Olívia Godinho
António Martins
Miguel Coelho
Marta Breyner
Pedro Duarte

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Texto Argumentativo



         A “net”…o que é a Internet afinal? Um meio de informação e também de comunicação, um meio de aprender e também de desaprender, é mais que um meio na verdade, é um Mundo. Mas para ser honesta, esse tal mundo de jogos e diversões, de enciclopédias e novas educações, é totalmente dispensável!
         A Internet retira a qualquer pessoa um bom momento de conversa, na esplanada de um café ou no sofá lá de casa. Dá-nos a oportunidade de ouvir os pássaros a cantar e as crianças a brincar, em vez de estarmos constantemente a ouvir os bips do “Messenger” sempre a tocar e a piscar, é stressante. Se temos a oportunidade de partilhar o nosso conhecimento, dialogar e debater, questionar um determinado assunto com alguém, pessoalmente, porquê fazê-lo virtualmente? O toque, o cheiro, a paisagem de qualquer lugar, quer seja uma nova cidade, país ou o habitual café da esquina, é sempre mais enriquecedor estar presente no local e ver consoante a nossa realidade e pelos nossos olhos.
         Na Internet, já não funciona assim, uma coisa é o local na fotografia do nosso computador, e é outra quando nos vimos perante o mesmo, é a desilusão ou o espanto, o que é certo, é que não é o que estávamos à espera.
         Retirar a alguém o prazer de ler um livro, de folhear as suas páginas e sentir e sentir o cheiro das mesmas, é um poder que a Internet não consegue, ou não devia, tirar. Queremos ler um livro? Dirigimo-nos a uma livraria, aproveitamos e passeamos, com sorte encontramos alguém com quem temos uma conversa interessante, e compramos o livro. Isso é literacia!
         Utilizar os meios de busca do “Google” para ouvir uma música que já não ouvimos desde o secundário? E que tal dar uso ás recordações e levar lá para casa o CD com a tal música que tanto desejamos ouvir, e poder de levá-lo numa viagem de carro ou até mostrar aos filhos “as músicas que ouvia quando tinha a idade deles”!
         Isso seria literacia, seria uma forma bem bonita de literacia, ensinar a alguém o que um dia nós aprendemos.
         Em suma, vou recomendar que esqueçam “a net”, que ouçam rádio e que leiam mais jornais, que passeiem nos sítios que visitam virtualmente. Acrescento ainda, que vão a espectáculos dos “artistas da Internet”. Recomendo-vos que vivamente que vivam no nosso mundo!

Raquel Ribeiro, 11º SE

Cantigas de amor e de escárnio e maldizer

 Cantigas de amor e cantigas de escárnio

"Tal como os nomes indicam, a de Amor reflecte a paixão de homem por uma mulher que, para sua infelicidade, não é ou não pode ser correspondido; a de Escárnio satiriza um grupo de pessoas (neste caso, aquelas que nos aborrecem, a nós alunos, com "estuda que é para teu bem" e coisas do género) mas não indica nomes particulares e utiliza expressões dissimuladas e indirectas para a crítica."


Cantiga de Amor

Porque me dás coita
Se vós sois vida p’ra mim?
Meu cor sofre tanto
Meu cor sofre assim…

P’ra mim vós sois vida
P’ra mim vós sois morte
Mais ainda estou sozinho
Não encontro minha sorte…

Não vedes que sois única
Entre tanta mulher igual?
Sois linda, sois fremosa
Dotada de muito val…

Estou aqui nestes tempos sós,
Espero por si,
Espero por nós…

Cantiga de Maldizer

Se vós estivésseis
A trabalhar tanto como eu,
De mim já não maldiríeis,
Santo Deus!

Se vós soubésseis o que é estudar
Textos, História e afins seus,
De mim já não mal diríeis,
Santo deus!

Se vós compreendêsseis
Todos os esforços meus,
De mim á não maldiríeis,
Santo Deus!

Se vós realmente quisésseis
Os melhores futuros meus,
De mim já não maldiríeis,
Santo Deus!
Joana Cidades
10º LH nº 17
Literatura Portuguesa


segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Visitas de estudo

Dia 15 de Dezembro alunos desta escola, de várias áreas foram em visita de estudo, todos a exposições sobre a República, uns à Assembleia da República, onde também estiveram com um deputado que já foi aluno da nossa escola, e outros a uma conferência na Fundação Calouste Gulbenkian sobre Arte e Ciência.






Nota 1: os microfones são de uma sala da Assembleia da República e os auscultadores são para ouvir a tradução simultânea em inglês e português.
Nota 2: será que ainda há quem diga que os nossos alunos não se interessam pela cidadania?

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

domingo, 12 de dezembro de 2010

(Sem título)

A liberdade, o motor do pensamento do Homem. O que queremos... e de que precisamos para a alcançar?
Filósofos e filósofos renunciaram à sua própria liberdade, prendendo-se à mesma para a analisar a fundo e descobrir como a alcançar, chegando a nenhures. Mas será que se prenderam mesmo? Se formos nós a prender uma cotovia numa gaiola, estamos a prendê-la... mas então e se for a própria ave a entrar para a gaiola? Suponho que o que os filósofos fazem é estudar aquilo de que gostam, não seriam completos filósofos se não gostassem do que estudam, no fundo, no fundo, filósofo é ser amigo da sabedoria.
Do meu ponto de vista, creio que somos livres não o sendo (e sim, podemos acreditar em paradoxos, não será isso a religião?). Somos livres quando temos direitos e esses direitos nos permitem fazer o que gostamos. Porém, não somos livres, porque temos deveres... mas os deveres são fundamentais e precisam de existir: se vivêssemos numa anarquia, basicamente sucederia-se o seguinte, uma pessoa maior que tu aparece e simplesmente tens de lhe obedecer, até alguém maior aparecer, e assim, não só estaríamos a anular os direitos de todos em função de um, como também os deveres valeriam mais.
Simplesmente a liberdade é uma miragem mas não um oásis, este ao menos pode ser alcançado. A liberdade acaba por basear-se na seguinte regra: faz o que gostas, não prejudiques os outros.

Tiago Filipe, 12º Ano

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

O índio Toti

Mais um conto maravilhoso, mesmo MARAVILHOSO!!!



O Índio Toti

            Era uma vez um pequeno e frágil índio, o seu nome era António, mas todos o tratavam por Toti.
            Este menino tinha uma namorada, a menina Tita. Chamava-se Rita.
            Os dois estavam na savana, até que ela foi levada por palhaços. O rapaz ficou tão triste… Só para pensar tinha que fazer uma força enorme!
            - Vou à procura dela! – gritou ele ao ter esta fantástica ideia.
            - Mas por onde hei de começar? Já sei, em espaços com terra e com tendas, é lá que os palhaços costumam estar! Lá, posso encontrar o acampamento deles.
            Triste, mas com esperança de a encontrar, partiu sozinho. Andou no deserto com fome e sede, no campo com calor. Até que avistou uma vila, a Vila Burro de Livro. O que a caracterizava era que toda a gente era um burro, que andava sempre de livro na mão. Todos os livros eram diferentes: uns serviam para cantar, outros para jogar, alguns para cozinhar…
Toti deu de caras com um burro cantante.
- Amigo burro!
- Quem? Eu, ou ele, ou aquele ali?
- Tu! Sabes onde posso encontrar um acampamento de palhaços?
- Eu não, mas sei que ao pé de mim moram uns homens com peruca verde e nariz vermelho de esponja.
- É deles que eu preciso, obrigada!
Segui as indicações do burro e com dois assobios chamou um unicórnio. Ao chegar ao terreno de terra, disse ao unicórnio para se afastar, até ao destino ele queria ir sozinho. Pelo caminho encontrou uma planta carnívora.
- Só passas por mim quando me deres carne!
- Não tenho carne! - ao dizer isto reparou que ela era cega. Então, pôs-lhe um bocado do seu atacador na boca.
A planta abriu caminho. Por fim, chegou ao local onde estava a sua amada. Ela estava guardada pelo homem Fogo. Ele só era derrotado pela água. O menino pensou onde é que ia buscar água. Acontece que este pensava de língua de fora, então lembrou-se do cuspo. Encheu as suas pequenas mãos com esse líquido pouco higiénico e deitou-o para cima do homem Fogo.
- Nããoo!
Com a passagem livre, nada podia correr mal. Ao entrar viu que ela estava lá, mas logo foi atacado por um palhaço.
A menina Tita tinha uma fita que era mágica, curava as feridas. O Toti, ao ficar bom, lutou contra o palhaço e ao apertar-lhe o nariz, ele desmaiou de dor.
Os dois escaparam e viveram felizes para sempre com os seus dois filhos, o Totó e a Tuta.

Assim veio a origem do nome Teresa e de todos aqueles que começam pela letra “T”.


Teresa Prazeres
7ºA
                                                                       Nº28

Bibliotecas escolares - Atividades 2023/2024

Hoje começa  o outono. Estamos de volta à escola, para mais um ano letivo. Antes de avançarmos e para não esquecer, deixamos a lista abrev...