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segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Poema de Natal


O poema que se segue não está completo.
É, pois, um convite à (re) descoberta do autor…
Feliz Natal

Paula Ferrão



SEXTILHAS A UM MENINO JESUS DE ÉVORA

Num convento solitário
De Évora, cidade clara,
Claro celeiro de pão,
Existe uma imagem rara
Obra dum imaginário
Dos tempos que já lá vão...

É um Menino Jesus,
De bochechinha brunida
Cor de maçã camoesa,
Mas no seu rosto transluz
Uma expressão dolorida
Que enche a gente de tristeza...

De tantíssimas imagens,
Nenhuma vi que mais prenda,
Que maior ternura expanda,
Com suas calças de renda,
Seu vestido de ramagens,
- E coroa posta à banda...


Augusto Gil

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

NATAL

Tu que dormes a noite na calçada de relento
Numa cama de chuva com lençóis feitos de vento
Tu que tens o Natal da solidão, do sofrimento
És meu irmão amigo
És meu irmão

E tu que dormes só no pesadelo do ciúme
Numa cama de raiva com lençóis feitos de lume
E sofres o Natal da solidão sem um queixume
És meu irmão amigo
És meu irmão

Natal é em Dezembro
Mas em Maio pode ser Natal é em Setembro
É quando um homem quiser Natal é quando nasce uma vida a amanhecer
Natal é sempre o fruto que há no ventre da Mulher

Tu que inventas ternura e brinquedos para dar
Tu que inventas bonecas e combóios de luar
E mentes ao teu filho por não os poderes comprar
És meu irmão amigo
És meu irmão

E tu que vês na montra a tua fome que eu não sei
Fatias de tristeza em cada alegre bolo-rei
Pões um sabor amargo em cada doce que eu comprei
És meu irmão amigo
És meu irmão

Natal é em Dezembro
Mas em Maio pode ser
Natal é em Setembro
É quando um homem quiser
Natal é quando nasce uma vida a amanhecer
Natal é sempre o fruto que há no ventre da Mulher

José Carlos Ary dos Santos

Carta ao Pai Natal


Évora, 12 de Dezembro de 2008

Querido Pai Natal:

Este ano, fiz todos os possíveis para, agora, no Natal, te poder pedir os meus três desejos. Foi muito difícil para mim conseguir portar-me bem. Mas penso que todo este esforço vai dar frutos, não achas? Vou agora revelar-te a minha lista de desejos:
O primeiro desejo é um que eu formulei logo a seguir ao Natal passado e que penso que a todos interessa, que é a paz mundial, ou seja, que as guerras acabem e que todos os homens se juntem para festejar esta quadra tão importante, em alegria.
O segundo desejo é bem especial e penso que até tu o tens também, visto que a tua barriga é moderadamente grande: poder comer as guloseimas todas que eu quiser sem engordar, nem ficar com os dentes a doer.
Por último, gostaria que todas as crianças tivessem uma família que as amasse e protegesse, para que no futuro se sentissem felizes e conseguissem fazer felizes também os seus descendentes.
Agora que já expus as minhas ambições, fico à espera, ansiosamente, que tu consigas satisfazê-las. A propósito, Feliz Natal!!!
Um abraço do teu amigo:

Miguel Ferrão, 7ºD.

Os Jovens são a esperança do futuro


Os Jovens são a esperança do futuro

Cada vez mais as nossas futuras gerações vêm a degradar-se e a cair em decadência, pensemos então…
É este o futuro que queremos para o nosso mundo?
Os jovens dos nossos dias serão os adultos do dia de amanhã, temos de ensiná-los a pescar por eles mesmos, ou nunca apanharão o seu próprio peixe. E morrerão famintos na primeira ocasião.
Vejamos os macacos, cuidam das suas crias, alimentam-nas, protegem-nas e dão-lhes amor; em geral, o que fazemos aos nossos filhos. Mas a dada altura eles mesmos ensinam as suas crias a “baloiçar” sozinhas nas líanas e a sobreviverem por si mesmas.
Seremos nós capazes de preparar a esperança do nosso futuro e não deixá-la seguir caminhos errados?
Como diz o ditado: Se vires alguém com fome podes dar-lhe um peixe e matar-lhe-ás a fome por um dia; poderás dar-lhe dois peixes e matar-lhe-ás a fome por dois dias; poderás dar-lhe uma carga inteira de peixe e durante um ano inteiro não sentirá fome. Mas se o ensinares a pescar desde o início, nunca mais te preocuparás com essa pessoa.

Susana Barradas
Nº24 11ºCT1

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

O meu animal de estimação


"Tico:

— A água estará muito fria?"

por Miguel Ferrão

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"O Árabe dos novos tempos..."
por Susana Barradas
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" Por agora o espírito natalício encontra-se em repouso"

por José Chorão

------#------

"Ternuras..."

por Vera Simões

GAZETA

Já saiu a Gazeta!

Não se vende, mas pode consultar-se.
É a nº 3 , série III e a 1ª deste ano lectivo. Lê , colabora.

Para isso basta clicar no lado superior esquerdo do nosso blogue.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

O Tesouro, Eça de Queirós

Não, não são cenas impróprias para uma escola...
Trata-se de mais uma leitura dramatizada, a conclusão de O Tesouro: o momento em que o mano Rui deitou tudo a perder. "Quem tudo quer tudo perde"...

"O tesouro ainda lá está, na mata de Roquelanes." Eça de Queirós



Rui, Guanes e Rostabal. Três irmãos famintos e sem carácter, algures no Reino das Astúrias.

Encontram na mata um tesouro e… três chaves.

O que acontece, tendo o ouvinte como pista alguns traços de carácter destes três irmãos?

O que aconteceu a Guanes já os ouvintes de 5 Dedos de Conversa, à volta da mesa, puderem ouvir e… "ver".

A leitura deste conto de Eça de Queirós, intitulado O Tesouro, ocorreu hoje, dia 10 de Dezembro e terá continuação na próxima 4ª, às 9.45.

Uma iniciativa 5 Dedos de Conversa, da Bibliofaria.

Lá vos esperamos e aqui esperamos os vossos comentários sobre aquilo que viram e ouviram!

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

O meu animal de estimação

E que tal um concurso via blogue com os vossos animais de estimação?

Basta enviares uma imagem do teu animal de estimação, acompanhado de uma legenda sugestiva (pode ser apenas uma frase ou um pequeno texto).

Envia a imagem e o texto em anexos separados para:

bibliofaria@gmail.com

A seguir, todos podem votar na postagem mais criativa ou interessante, bastando para isso enviar um comentário - dizendo “voto em ti” - para o trabalho que mais gostarem.

Este concurso dirige-se a toda a comunidade educativa (alunos, professores e funcionários), basta ter um animal de estimação!

O mais votado receberá um prémio!

Desde hoje até 18 de Dezembro (último dia de aulas deste período).

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

1º de Dezembro

E, se não tivesse havido o 1º de Dezembro de 1640? Estaríamos a falar castelhano ou a contestar o poder de Madrid, como fazem tantos catalães, bascos e galegos?

Neste dia, o rei de Portugal era o mesmo de Espanha. Em 1580, Filipe II de Espanha e primeiro de Portugal, tinha prometido conservar as leis, a língua e os costumes de Portugal. Mas, no século XVII, já estava em curso uma maior integração e um projecto de transformar o nosso país numa província. Em 1640, meses antes de Dezembro, tinha rebentado uma revolta em Barcelona, conhecida por ser a revolta de “Els Segadors” (à letra, os ceifeiros), descrita pelo português, mas em língua castelhana, D. Francisco Manuel de Mello, que ainda teve problemas por defender a nacionalidade portuguesa.

Com a revolta da Catalunha, os portugueses conseguiram consolidar a resistência, formar um exército, construir muralhas, visto que as forças espanholas estavam concentradas ali. Évora também sofreu com a ocupação pelo exército de D. João de Áustria.

Mas já em 1637 tinha havido uma revolta popular em Évora, que Severim de Faria tão bem descreve. Repare-se no que se passou, a partir da Praça Grande, hoje Praça do Giraldo:

Choveram no mesmo instante pedras nas janelas e casas do Corregedor, despedidas dos rapazes e pícaros da Praça, os quais, animados com a assistência do Povo, subiram acima e botaram na Praça, furiosa e confusamente, quanto acharam nas mesmas casas do Corregedor e, fazendo uma fogueira defronte delas, se pôs fogo a tudo.Escondeu-se o Corregedor em uns entre-solhos. E, sendo pouco depois achado pelos rapazes, passou aos telhados por uma fresta [...] se recolheu desairoso às casas do Cónego [...], que estão paredes meias com as suas. [...]Continuou a fúria do Povo amotinadamente pela Cidade e entrando em casa de Luís de Vila Lobos, logo na de Manuel de Macedo e de Agostinho de Moura, actuais vereadores, que já esta­vam escondidos, lançaram tudo o que havia nestas casas pelas janelas à rua, e grande parte se trouxe à fogueira que na Praça ardia. E ainda que estes vereadores não haviam entrado na nova diligência de inventariar as fazendas, tinham o ano passado dado consentimento a um novo tri­buto de um real por cada canada de vinho, e outro por cada arrátel de carne, que se vendessem pelo miúdo na Cidade, e porque logo então o Povo replicou, e não consentiu nestes novos reais, a que chamavam de água, executou agora nas casas dos ditos vereadores o ódio que desde aquele tempo havia concebido contra eles. E, querendo declarar mais como não consentira nunca aquele tributo do real de água, foi o mesmo Povo ao açougue e fez em rachas as balan­ças, porque as carnes se arrolavam para este tributo; e correndo às casas dos escrivães, trouxe a queimar na fogueira da Praça todos os livros e papéis que entendeu tocavam ao inventário das fazendas, ao tributo do real de água e também à quarta parte do Cabeção Geral, que o ano passado se havia imposto e em que o Povo do mesmo modo não consentia.Notou-se que em todos estes acontecimentos não houve ânimo nenhum de se furtar cousa alguma; tudo o que se achou nestas casas ou veio à fogueira da Praça ou saiu em pedaços pelas janelas, e tanto assim que até umas panelas de doces, que estavam em casa do Corregedor, vie­ram à mesma fogueira, sem haver quem lhes tocasse para outro efeito.Foi este dia de grandíssima confusão nesta Cidade, e quase do mesmo modo os três ou qua­tro que se lhe seguiram, porque esta parte vil do Povo, que foi só que se moveu, amotinada em vários troços, andava furiosa de dia e de noite, corria e apedrejava as casas daqueles que nas ocasiões dos tributos se haviam mostrado menos zelosos do bem comum, e, como as justiças não apareciam e os nobres recearam que, se resistissem a este ímpeto, o poderiam acrescentar, acu­mulando-se de novo nos pícaros e maganos, a outra parte melhor do Povo, que não estava declarada, era tudo horror tudo confusão: o Povo se apelidava o Povo se ouvia e, sem ordem nem concerto, o Povo dispunha e executava. [.1Seguiu quase todo o Alentejo e o Reino do Algarve, e ainda alguns lugares da Beira, o exem­plo de Évora, e sucessivamente se foram levantando com os tributos do real de água e quarta parte do cabeção; e dos lugares maiores só Elvas, Moura e Estremoz ficaram quietos, e os demais foram os movimentos da mesma qualidade que em Evora, mais ou menos segundo a oca­sião do ímpeto, prudência das justiças e resistências dos nobres, que em toda a parte se opuse­ram a estes motins. Lugares houve em que vieram a fogueiras públicas os cartórios civis e cri­mes dos escrivães, em que não havia nada que pertencesse nem a tributos nem a inventários das fazendas.

Manuel Severim de Faria,«Relação do que sucedeu em Portugal, e nas mais províncias do Ocidente desde 1637 até Março de l638», in Alterações de Évora, int. e notas de Joel Serrão, Portugália, Lisboa, 1967, pp. 137-142.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Um Problema Universal


Taran-Taran-Taran!- Uma mão saía debaixo dos lençóis emaranhados em direcção ao despertador. Encandeada com os pequenos feixes de luz que irradiavam pela janela, Sofia levantou-se e dirigiu-se, a custo, para a casa-de-banho. Preparou-se e desceu para tomar o pequeno almoço com os restantes familiares, que já se encontravam na cozinha.
-Bom dia! – Saudou, dando um pequeno beijo na bochecha dos seus pais.
-Bom dia, Sofia.
Sentando-se para tomar a sua refeição matinal, vai ouvindo o noticiário da manhã: (…) ora hoje o dia 16 de Novembro, dia Internacional para a Tolerância, tem sido bastante conturbado e “negro” para a Casa Branca. Visto que o presidente Barack Obama tem sido alvo de grande discriminação e agressão verbal por parte da população e mesmo dos políticos(…)”
-Que horror… - Comentou a mãe de Sofia – Não bastam os escândalos políticos e os media também ajudam à festa! Que intolerância.
Toc-Toc-Toc! – Soou a porta.
-São a Sara e a Teresa, tenho de ir andando para a escola, até logo.
-Ouviram as notícias de manhã? - Perguntou Sofia - Não há compreensão nem tolerância.
-Hoje, antes de irmos ter contigo, vimos um menino pequeno a levar pancada por causa da sua cor ser diferente.
-A intolerância é algo extremamente insensata contra a qual todos devíamos lutar. – Disse Teresa
-Concordo! Vamos fazer isso hoje na escola…- Concluiu Sara
As três amigas caminharam juntas discutindo a melhor forma de resolver o problema em mãos.


Susana Barradas
Nº24 11ºCT1

terça-feira, 25 de novembro de 2008

“ A animação Sociocultural dos nossos avós”


Alunos à porta da Sociedade Operária

Joaquim António D’ Aguiar




( Baile dos anos 60 na Sociedade Harmonia Eborense)



No âmbito da disciplina de Animação Sociocultural, do Curso Profissional de Animador Sociocultural, estamos a desenvolver um Projecto sobre a Animação Sociocultural dos nossos avós, sob a orientação do Senhor Professor António Cravo.
Até à presente data a nossa turma (1º ano ASC), já visitou três sociedades Recreativas da nossa cidade. A 1ª visita foi à Sociedade Harmonia Eborense. Nesta fomos recebidos pelo Sr. Nuno Belo que nos conduziu às instalações da Sociedade e nos explicou como esta funciona desde a sua fundação. O Sr. Nuno Belo também nos explicou como se processava a actividade social da Sociedade no tempo dos nossos avós, mostrou igualmente fotografias de bailes que se realizavam nessa época, na Sociedade, fotografias de Carnaval, e outras igualmente ilustrativas daquele tempo.
No dia 24 de Outubro, saímos para visitar a Sociedade União Eborense – “Bota Rasa”. Fomos recebidos pelo presidente da colectividade, Sr. António Luz que nos contou a história da Sociedade. Das suas palavras ficámos a perceber que esta Sociedade, ao longo da sua existência, desenvolveu actividades culturais muito interessantes, entre outras curiosidades contadas, o Senhor António Luz, disse-nos que a alcunha “Bota Rasa” pela qual muita gente identifica a Sociedade, deve-se ao facto de, no Século XIX, os grupos socioprofissionais mais numerosos que frequentaram a Sociedade, serem os proprietários lavradores e os Militares, que usavam botas de tacão raso, próprias para montar a cavalo.
No passado dia 31 voltámos a sair com o nosso professor para visitar a Sociedade Joaquim António D’Aguiar. Nesta Sociedade fomos recebidos pelo Sr. João Bilou, que nos explicou de forma muito clara toda a história da Sociedade, bem como era a Animação Sociocultural no tempo dos nossos avós nesta Sociedade.
Para concluirmos esta 1ª fase do Projecto – recolha de informação - estão planeadas mais duas saídas, uma à Sociedade Dramática Eborense e outra ao Inatel.

(Grupo de crianças dos anos 60 mascarados)

As alunas:

Ana Marcão Nº2

Vanessa Lopes Nº20

CSI- Calhamaços sob Investigação

CSI é um enigma literário. Tem por objectivo descobrires o livro e o seu autor.

Para isso, dar-te-emos pistas sobre o Calhamaço, o autor....

(A base de dados, as estantes da Biblioteca e a net poderão também ser uma ajuda...)

E no fim, podes habilitar-te a um prémio CSI.




Muito, muito importante:

Quando descobrires o livro e o autor, escreve a resposta numa folha e coloca-a na Biblioteca, na caixa CSI, até 15 de Janeiro de 2009.

Não te esqueças de te identificar (nome, nº e turma) e de colocar a data de entrega.

O primeiro a entregar a resposta certa ganha um prémio!


Sobre o autor:

O segundo nome deste conceituado autor é IGNATIUS.

Nasceu em 1859 e morreu em 1930.

Ficou conhecido sobretudo pelos seus romances mas também escreveu contos, ensaios, panfletos, poemas, peças de teatro...

Uma das suas personagens atingiu tanta celebridade que, além de ganhar vida no cinema, deu origem a protestos e manifestações de rua após o autor a ter morto. Resultado: o escritor teve de ‘ressuscitar’ a personagem.

Esta personalidade, além da actividade literária, distinguiu-se na sociedade, tendo sido nomeado cavaleiro, devido à sua participação na Guerra Bóer como cirurgião.


Sobre a obra:

Tudo está ligado a um solar amaldiçoado.

Além do solar, há também um animal que dizem que é do Diabo e que o fogo lhe sai dos olhos e da boca.

Mais: todos os que passeiam perto daquela casa são mortos.

Hugo, Henry, Charles são alguns dos nomes das personagens intervenientes.

Há ainda raparigas raptadas, bilhetes amaldiçoados, uma bota desaparecida e estranhos choros durante a noite...

Peditório para assinalar o dia Mundial da SIDA integrado nas actividades do GPS


No âmbito do Dia Mundial da Luta Contra a SIDA, vai realizar-se na Escola Secundária Severim de Faria, um peditório nos dias 2 e 3 de Dezembro de 2008 que reverterá a favor da ABRAÇO- Associação de Apoio a Pessoas com VIH/SIDA. Este peditório será efectuado, pelos alunos do Curso Tecnológico de Acção Social em colaboração com o Gabinete de Educação para a Saúde (GPS), durante os intervalos em determinados locais da escola.

Adília Condeço (coordenadora do Projecto de Educação para a Saúde)

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Elaboração de um final diferente para a obra O Meu Primeiro D. Quixote.




Após a leitura da obra O Meu Primeiro D. Quixote, de Miguel de Cervantes, traduzido por Alice Vieira, ocorreu-me a ideia de elaborar um final diferente para a mesma. Ei-lo:

“O repto obrigava o vencido a abandonar a vida de cavaleiro andante.”…
A luta estava renhida, mas era o tal cavaleiro da Branca Lua que estava a dominar.
Quando este estava prestes a ganhar, D. Quixote bateu, com a sua lança, a toda a velocidade, contra o corpo do cavaleiro da Branca Lua, e este caiu por terra.
Então, D. Quixote continuou as suas aventuras, até que encontrou o malvado bruxo, que tinha lançado o feitiço à pobre Dulcineia. Assim, iniciaram uma terrível luta. No meio de tantos feitiços e golpes certeiros, D. Quixote, com a sua espada, atingiu o braço do bruxo, que ficou a sangrar.
Sem mais nenhuma solução, o bruxo, não teve outro remédio senão entregar a poção para transformar Dulcineia em princesa.
Quando D. Quixote e seu amo chegaram junto das três camponesas, D. Quixote deu a poção para Dulcineia tomar, e, quando a tomou, transformou-se na mais bela das princesas. Como sobrou um pouco, outra camponesa tomou-o e também se transformou numa linda princesa. Os dois apaixonaram-se pelas suas princesas, tal como as princesas se apaixonaram por eles.
E, com a magia do amor no ar, a última camponesa transformou-se num palácio para os apaixonados viverem.

Miguel Ferrão 7ºD

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Escritas solitárias

Há por aí muito mais gente a escrever do que se pensa. Há alunos e antigos alunos, que continuam a fazer parte da casa, e que escrevem em papel, em blogues. Há histórias, reflexões, imagens originais que vale a pena serem conhecidas. Há quem leia o que outros escrevem e não são assim tão poucos.
Escrevam para este blogue. Temos coisas a dizer uns aos outros.

Odisseia, de Homero


Terminou hoje a narração, com bonecos "animados", de um excerto da Odisseia. Os heróis (Polifemo = transformer) versus Ulisses (=Robin dos Bosque da Playmobil). Vencedor: obviamente Ulisses!
O que gostaram mais os ouvintes? De que momento da história? Dos heróis ? Da leitura? Das palavras? Do estilo de escrita?
Ficam aqui as perguntas à espera de respostas...

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Todos nós temos os nossos pequenos tesouros... Remexendo nas minhas pastas fui encontrar os
OS DIREITOS INALIENÁVEIS DO LEITOR

1.- O direito de não ler.
2- O direito de saltar páginas.
3- O direito de não acabar um livro.
4- O direito de reler.
5- O direito de reler não importa o quê.
6- O direito de amar os heróis dos romances.
7- O direito de ler não importa onde.
8- O direito de saltar de livro em livro.
9- O direito de ler em voz alta.
10- O direito de não falar do que se leu.PENNAC, D. (2002).

Como um Romance. Porto: Edições Asa

Henriqueta