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terça-feira, 25 de novembro de 2008

“ A animação Sociocultural dos nossos avós”


Alunos à porta da Sociedade Operária

Joaquim António D’ Aguiar




( Baile dos anos 60 na Sociedade Harmonia Eborense)



No âmbito da disciplina de Animação Sociocultural, do Curso Profissional de Animador Sociocultural, estamos a desenvolver um Projecto sobre a Animação Sociocultural dos nossos avós, sob a orientação do Senhor Professor António Cravo.
Até à presente data a nossa turma (1º ano ASC), já visitou três sociedades Recreativas da nossa cidade. A 1ª visita foi à Sociedade Harmonia Eborense. Nesta fomos recebidos pelo Sr. Nuno Belo que nos conduziu às instalações da Sociedade e nos explicou como esta funciona desde a sua fundação. O Sr. Nuno Belo também nos explicou como se processava a actividade social da Sociedade no tempo dos nossos avós, mostrou igualmente fotografias de bailes que se realizavam nessa época, na Sociedade, fotografias de Carnaval, e outras igualmente ilustrativas daquele tempo.
No dia 24 de Outubro, saímos para visitar a Sociedade União Eborense – “Bota Rasa”. Fomos recebidos pelo presidente da colectividade, Sr. António Luz que nos contou a história da Sociedade. Das suas palavras ficámos a perceber que esta Sociedade, ao longo da sua existência, desenvolveu actividades culturais muito interessantes, entre outras curiosidades contadas, o Senhor António Luz, disse-nos que a alcunha “Bota Rasa” pela qual muita gente identifica a Sociedade, deve-se ao facto de, no Século XIX, os grupos socioprofissionais mais numerosos que frequentaram a Sociedade, serem os proprietários lavradores e os Militares, que usavam botas de tacão raso, próprias para montar a cavalo.
No passado dia 31 voltámos a sair com o nosso professor para visitar a Sociedade Joaquim António D’Aguiar. Nesta Sociedade fomos recebidos pelo Sr. João Bilou, que nos explicou de forma muito clara toda a história da Sociedade, bem como era a Animação Sociocultural no tempo dos nossos avós nesta Sociedade.
Para concluirmos esta 1ª fase do Projecto – recolha de informação - estão planeadas mais duas saídas, uma à Sociedade Dramática Eborense e outra ao Inatel.

(Grupo de crianças dos anos 60 mascarados)

As alunas:

Ana Marcão Nº2

Vanessa Lopes Nº20

CSI- Calhamaços sob Investigação

CSI é um enigma literário. Tem por objectivo descobrires o livro e o seu autor.

Para isso, dar-te-emos pistas sobre o Calhamaço, o autor....

(A base de dados, as estantes da Biblioteca e a net poderão também ser uma ajuda...)

E no fim, podes habilitar-te a um prémio CSI.




Muito, muito importante:

Quando descobrires o livro e o autor, escreve a resposta numa folha e coloca-a na Biblioteca, na caixa CSI, até 15 de Janeiro de 2009.

Não te esqueças de te identificar (nome, nº e turma) e de colocar a data de entrega.

O primeiro a entregar a resposta certa ganha um prémio!


Sobre o autor:

O segundo nome deste conceituado autor é IGNATIUS.

Nasceu em 1859 e morreu em 1930.

Ficou conhecido sobretudo pelos seus romances mas também escreveu contos, ensaios, panfletos, poemas, peças de teatro...

Uma das suas personagens atingiu tanta celebridade que, além de ganhar vida no cinema, deu origem a protestos e manifestações de rua após o autor a ter morto. Resultado: o escritor teve de ‘ressuscitar’ a personagem.

Esta personalidade, além da actividade literária, distinguiu-se na sociedade, tendo sido nomeado cavaleiro, devido à sua participação na Guerra Bóer como cirurgião.


Sobre a obra:

Tudo está ligado a um solar amaldiçoado.

Além do solar, há também um animal que dizem que é do Diabo e que o fogo lhe sai dos olhos e da boca.

Mais: todos os que passeiam perto daquela casa são mortos.

Hugo, Henry, Charles são alguns dos nomes das personagens intervenientes.

Há ainda raparigas raptadas, bilhetes amaldiçoados, uma bota desaparecida e estranhos choros durante a noite...

Peditório para assinalar o dia Mundial da SIDA integrado nas actividades do GPS


No âmbito do Dia Mundial da Luta Contra a SIDA, vai realizar-se na Escola Secundária Severim de Faria, um peditório nos dias 2 e 3 de Dezembro de 2008 que reverterá a favor da ABRAÇO- Associação de Apoio a Pessoas com VIH/SIDA. Este peditório será efectuado, pelos alunos do Curso Tecnológico de Acção Social em colaboração com o Gabinete de Educação para a Saúde (GPS), durante os intervalos em determinados locais da escola.

Adília Condeço (coordenadora do Projecto de Educação para a Saúde)

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Elaboração de um final diferente para a obra O Meu Primeiro D. Quixote.




Após a leitura da obra O Meu Primeiro D. Quixote, de Miguel de Cervantes, traduzido por Alice Vieira, ocorreu-me a ideia de elaborar um final diferente para a mesma. Ei-lo:

“O repto obrigava o vencido a abandonar a vida de cavaleiro andante.”…
A luta estava renhida, mas era o tal cavaleiro da Branca Lua que estava a dominar.
Quando este estava prestes a ganhar, D. Quixote bateu, com a sua lança, a toda a velocidade, contra o corpo do cavaleiro da Branca Lua, e este caiu por terra.
Então, D. Quixote continuou as suas aventuras, até que encontrou o malvado bruxo, que tinha lançado o feitiço à pobre Dulcineia. Assim, iniciaram uma terrível luta. No meio de tantos feitiços e golpes certeiros, D. Quixote, com a sua espada, atingiu o braço do bruxo, que ficou a sangrar.
Sem mais nenhuma solução, o bruxo, não teve outro remédio senão entregar a poção para transformar Dulcineia em princesa.
Quando D. Quixote e seu amo chegaram junto das três camponesas, D. Quixote deu a poção para Dulcineia tomar, e, quando a tomou, transformou-se na mais bela das princesas. Como sobrou um pouco, outra camponesa tomou-o e também se transformou numa linda princesa. Os dois apaixonaram-se pelas suas princesas, tal como as princesas se apaixonaram por eles.
E, com a magia do amor no ar, a última camponesa transformou-se num palácio para os apaixonados viverem.

Miguel Ferrão 7ºD

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Escritas solitárias

Há por aí muito mais gente a escrever do que se pensa. Há alunos e antigos alunos, que continuam a fazer parte da casa, e que escrevem em papel, em blogues. Há histórias, reflexões, imagens originais que vale a pena serem conhecidas. Há quem leia o que outros escrevem e não são assim tão poucos.
Escrevam para este blogue. Temos coisas a dizer uns aos outros.

Odisseia, de Homero


Terminou hoje a narração, com bonecos "animados", de um excerto da Odisseia. Os heróis (Polifemo = transformer) versus Ulisses (=Robin dos Bosque da Playmobil). Vencedor: obviamente Ulisses!
O que gostaram mais os ouvintes? De que momento da história? Dos heróis ? Da leitura? Das palavras? Do estilo de escrita?
Ficam aqui as perguntas à espera de respostas...

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Todos nós temos os nossos pequenos tesouros... Remexendo nas minhas pastas fui encontrar os
OS DIREITOS INALIENÁVEIS DO LEITOR

1.- O direito de não ler.
2- O direito de saltar páginas.
3- O direito de não acabar um livro.
4- O direito de reler.
5- O direito de reler não importa o quê.
6- O direito de amar os heróis dos romances.
7- O direito de ler não importa onde.
8- O direito de saltar de livro em livro.
9- O direito de ler em voz alta.
10- O direito de não falar do que se leu.PENNAC, D. (2002).

Como um Romance. Porto: Edições Asa

Henriqueta

A turma


Vem este texto a propósito de um filme que vi há pouco tempo: "A turma" de Laurent Cantet, vencedor da Palma de Ouro do último Festival de Cinema de Cannes. Se isso já é justificação óbvia para nos convencer, o argumento não o é menos.
É-nos apresentada uma turma francesa de 9º ano, cujos alunos têm origens étnicas diferentes. Tudo se passa dentro da escola, dentro da sala de aula, onde surgem problemas, conversas,aquilo que todos nós conhecemos e que, por vezes, pensamos que é só nosso. Desenganem-se! Entre a escola francesa e a portuguesa não há assim tantas diferenças!
Deixo algumas palavras do realizador e um conselho: não percam! "Este filme não é um documentário, não procurei dar uma imagem global da Escola, mas contar o que se passa nesta turma entre este professor e estes 25 alunos. Quis também escolher os momentos em que há tensão, diálogo" E mais não digo! Melhor mesmo, é ver!

Margarida Varela

domingo, 16 de novembro de 2008

A Tolerância?

A Tolerância?

A Tolerância pode-se usar como prudência;
Para evitar conflitos,
Por vezes, entre pobres e ricos.
Também há o indiferentismo,
Na cultura e no racismo.
Às vezes é porque ninguém dá o braço a torcer,
E é aí que a Tolerância e o indiferentismo voltam a aparecer.

Cada um tem a sua opinião,
Todos têm o direito de errar e dizer não,
Por vezes, um acha que a sua opinião é a verdadeira,
Mas de qualquer maneira
Não pode dizer que a do outro é mentira,
Mas o orgulho ninguém lhes tira,
Mas como não temos fundamentos para demonstrar isso,
Temos que aceitar a opinião um do outro e fazer o que é preciso.

A Tolerância como culto de diferenças, é respeitar a decisão
E também a sua opinião,
Mesmo que seja judeu ou cristão.

Alguns são discriminados por serem homossexuais,
Mas quando nascemos somos todos iguais;
Todos têm o direito de escolher
E ninguém tem que responder.

Temos que ser respeitados e saber respeitar,
Este é o provérbio que ninguém sabe utilizar.




Nicoleta Bianchi
11º AS nº22

sábado, 15 de novembro de 2008

Os limites da tolerância

Os limites da tolerância

Imaginemos um sujeito. De cor negra, de preferência, ou, como algumas pessoas ainda insistem, preto. Um imigrante, de origem africana, ainda com as suas dificuldades na língua portuguesa. O nome não importa, importa sim visualizar a pessoa.
É uma pessoa tal como todas as outras pessoas, um ser humano, com um coração, um corpo e uma mente consciente incluída no pacote. No entanto, parece haver ainda quem não o veja como tal. Quem se comporte como se, mesmo que humanos, fossem de qualidade inferior, como quem compara um perfume barato a um Chanel.
Porém, imaginemos agora que esse mesmo indivíduo se revela portador de uma cultura que lhe permite, por exemplo, poligamia. E mesmo que a lei do país não permita, ele continua a ter mais do que uma mulher, apenas porque “é a cultura dele”.
É preciso tolerância, certo. É preciso haver solidariedade com todos, é mais do que necessário que ambos os lados da discriminação sejam alterados (porque do outro lado também há). Só não se podem tolerar todos os excessos e libertinagens de todos. Há que ter conta, peso e medida, evitar que os direitos de alguns atropelem outros.


Carla Lourenço
Nº5 11ºCT1


Locke, John (1632-1704)A second letter concerning toleration : licensed, June 24. 1690.London : Printed for A. and J. Churchill, 1690.


Voltaire - Traité sur la tolérance (1763).

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Dia Internacional da Tolerância

Dia Internacional para a Tolerância
16 de Novembro


No próximo dia 16 de Novembro de 2008, irá celebrar-se o Dia Internacional para a Tolerância. A tolerância… estamos constantemente a ouvir falar dela, mas nunca parámos um pouco para pensar o que afinal significa esta palavra com uma imagem acústica que nos enche os ouvidos. Estou sempre a ouvir “olha tu não sejas intolerante comigo que eu não sou os teus amigos”, protesta a minha avó, ou então “olha que eu não tolero faltas de respeito”, reclama a minha mãe.
No nosso quotidiano deparamo-nos com casos de tolerância que ocorrem à nossa volta, mas que nem damos por eles; quantas vezes não vimos já nas ruas ou na televisão casos de pessoas pobres que precisam de alguém que os auxilie e os proteja, principalmente nas épocas de maior frio em que a fragilidade é ainda superior.
A tolerância, tal como tudo, tem o reverso da medalha, o seja, também devemos ser intolerantes em situações como a agressão, por exemplo, pois nada se resolve com agressões nem conflitos.
É por tudo isto que neste dia que se avizinha todos devemos ser tolerantes para com os que nos rodeiam.




Ana SoutoNº. 2 11º CT1

LIBERDADE É DIZER SIM À TOLERÂNCIA!

LIBERDADE É DIZER SIM À TOLERÂNCIA!

É certo que as pessoas não o entendem, mas ninguém é escravo de ninguém, e todos merecemos liberdade. Todos temos o direito a respirar, a falar; todos temos o direito a ser livres.
Somos todos diferentes, mas ao mesmo tempo todos iguais, pois não importa a raça, a religião, porque assim seremos felizes.
É preciso haver confiança, amor, amizade, compaixão, é preciso haver união no mundo inteiro.
É preciso dizer SIM à tolerância!
Viva o dia 16 de Novembro, viva o Dia Mundial da Tolerância.

Margarida Aleixo de Oliveira, 11º AS

16 DE NOVEMBRO: DIA INTERNACIONAL PARA A TOLERÂNCIA


16 DE NOVEMBRO: DIA INTERNACIONAL PARA A TOLERÂNCIA


A propósito do Dia Internacional para a Tolerância, resolvi contar uma história verídica.
No ano lectivo de 2001/02, o Governo Português ofereceu uma bolsa de estudo para estudantes timorenses virem para a Universidade, em Portugal.
Só que primeiro tinham que fazer um ano de preparação com um curso intensivo de Língua Portuguesa, entre outras áreas. Veio um grupo para Évora, estudar na nossa Escola, e a minha mãe foi professora deles.
Como não tinham cá família, afeiçoaram-se bastante aos professores. Eram muito simples e respeitadores. Uns eram mais trabalhadores, outros menos. Alguns não resistiram às saudades do seu país e desistiram.
Dos que ficaram, um tornou-se mais ligado a nós: o António Boquifai. De vez em quando, ia almoçar a nossa casa, íamos à missa juntos…
Entretanto, ele foi tirar o Curso de Enfermagem para Beja, na Escola Superior de Educação. Antes de partir de Évora, ele e outros colegas, fizeram uma festa para os professores, com música tradicional de Timor. Também nos ofereceu um cachecol típico de lá.
A partir daí, estivemos sempre em contacto, por E-Mail. Quando se sentia mais sozinho, dávamos-lhe sempre uma palavra de conforto. Sentíamo-nos «responsáveis» por ele, como no livro O Principezinho.
Num ano, ele conseguiu juntar dinheiro e foi passar o Natal a Timor. Então, eu fiz uma recolha nos meus brinquedos e livros para ele levar para os irmãos mais pequenos.
Acabou o Curso há pouco tempo, com grande esforço. Agora, regressou, para ajudar a reconstruir o seu país.
Até sempre, António Boquifai!

Miguel Ferrão 7ºD

Dia Internacional da Tolerância



16 de Novembro:
Dia Internacional para a Tolerância

Alguns testemunhos dos alunos do 11º ano, a partir de uma proposta das professoras de Português:
- Ana Paula Ferrão,
- Cidália Gil,
- Francisca Ramalho,
- Paula Carvalho e
- Paula Vidigal.
No Departamento de Línguas Novilatinas e Clássicas, decidimos, este ano, celebrar as efemérides que, de algum modo, contribuem para uma reflexão de âmbito cultural, despertando os alunos para variadíssimas temáticas que com esta se prendem.
Assim, coube aos alunos do 11º ano a elaboração de textos orientados, tendo como fonte de inspiração o Dia Internacional para a Tolerância, que se comemora a 16 de Novembro.
Valores como a solidariedade, a entreajuda, a amizade, o repúdio pela discriminação nas suas múltiplas formas, foram abordados ao sabor das sensibilidades e da inspiração…
Eis alguns testemunhos.
Merece a pena uma leitura atenta.

Professora Paula Ferrão.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Ulisses contra Polifemo


Se ontem se contou a lenda de S.Martinho, hoje, nos 5 Dedos de Conversa, foi a vez da Odisseia, de Homero. O herói foi Ulisses que se livrou, astutamente, do ciclope Polifemo.
Quem lá esteve pode deixar aqui os seus comentários!

Boa Viagem, Teresa!

Ontem foi dia de S.Martinho. Comemorá-mo-lo na Biblioteca, recontando a lenda. Esperamos aqui os jovens repórteres da Severim que divulgarão , em breve, a actividade.
Antes disso queremos saudar e desejar boa sorte à Teresa Canelas (7º B) que deixou Évora e neste momento vai a caminho dos USA.
Good Luck in California!!!!!!!!!

(Será que nos USA também se conta a lenda do S.Martinho?)