Faria conversas no presente e não no condicional...aqui na Severim de Faria, gente de cá ou próximo deste cá.Sobre tudo o que seja actual, criativo, sonante, interessante, humorístico, polémico, ou seja, o passado, o presente, os clássicos, o contemporâneo. Tendo como fontes: literatura, arte, cinema, jornalismo, ciência, televisão... tudo e mais alguma coisa.
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Dia Internacional da Tolerância
16 de Novembro
No próximo dia 16 de Novembro de 2008, irá celebrar-se o Dia Internacional para a Tolerância. A tolerância… estamos constantemente a ouvir falar dela, mas nunca parámos um pouco para pensar o que afinal significa esta palavra com uma imagem acústica que nos enche os ouvidos. Estou sempre a ouvir “olha tu não sejas intolerante comigo que eu não sou os teus amigos”, protesta a minha avó, ou então “olha que eu não tolero faltas de respeito”, reclama a minha mãe.
No nosso quotidiano deparamo-nos com casos de tolerância que ocorrem à nossa volta, mas que nem damos por eles; quantas vezes não vimos já nas ruas ou na televisão casos de pessoas pobres que precisam de alguém que os auxilie e os proteja, principalmente nas épocas de maior frio em que a fragilidade é ainda superior.
A tolerância, tal como tudo, tem o reverso da medalha, o seja, também devemos ser intolerantes em situações como a agressão, por exemplo, pois nada se resolve com agressões nem conflitos.
É por tudo isto que neste dia que se avizinha todos devemos ser tolerantes para com os que nos rodeiam.
Ana SoutoNº. 2 11º CT1
LIBERDADE É DIZER SIM À TOLERÂNCIA!
É certo que as pessoas não o entendem, mas ninguém é escravo de ninguém, e todos merecemos liberdade. Todos temos o direito a respirar, a falar; todos temos o direito a ser livres.
Somos todos diferentes, mas ao mesmo tempo todos iguais, pois não importa a raça, a religião, porque assim seremos felizes.
É preciso haver confiança, amor, amizade, compaixão, é preciso haver união no mundo inteiro.
É preciso dizer SIM à tolerância!
Viva o dia 16 de Novembro, viva o Dia Mundial da Tolerância.
Margarida Aleixo de Oliveira, 11º AS
16 DE NOVEMBRO: DIA INTERNACIONAL PARA A TOLERÂNCIA

A propósito do Dia Internacional para a Tolerância, resolvi contar uma história verídica.
No ano lectivo de 2001/02, o Governo Português ofereceu uma bolsa de estudo para estudantes timorenses virem para a Universidade, em Portugal.
Só que primeiro tinham que fazer um ano de preparação com um curso intensivo de Língua Portuguesa, entre outras áreas. Veio um grupo para Évora, estudar na nossa Escola, e a minha mãe foi professora deles.
Como não tinham cá família, afeiçoaram-se bastante aos professores. Eram muito simples e respeitadores. Uns eram mais trabalhadores, outros menos. Alguns não resistiram às saudades do seu país e desistiram.
Dos que ficaram, um tornou-se mais ligado a nós: o António Boquifai. De vez em quando, ia almoçar a nossa casa, íamos à missa juntos…
Entretanto, ele foi tirar o Curso de Enfermagem para Beja, na Escola Superior de Educação. Antes de partir de Évora, ele e outros colegas, fizeram uma festa para os professores, com música tradicional de Timor. Também nos ofereceu um cachecol típico de lá.
A partir daí, estivemos sempre em contacto, por E-Mail. Quando se sentia mais sozinho, dávamos-lhe sempre uma palavra de conforto. Sentíamo-nos «responsáveis» por ele, como no livro O Principezinho.
Num ano, ele conseguiu juntar dinheiro e foi passar o Natal a Timor. Então, eu fiz uma recolha nos meus brinquedos e livros para ele levar para os irmãos mais pequenos.
Acabou o Curso há pouco tempo, com grande esforço. Agora, regressou, para ajudar a reconstruir o seu país.
Até sempre, António Boquifai!
Miguel Ferrão 7ºD
Dia Internacional da Tolerância

Dia Internacional para a Tolerância
Alguns testemunhos dos alunos do 11º ano, a partir de uma proposta das professoras de Português:
- Ana Paula Ferrão,
- Cidália Gil,
- Francisca Ramalho,
- Paula Carvalho e
- Paula Vidigal.
No Departamento de Línguas Novilatinas e Clássicas, decidimos, este ano, celebrar as efemérides que, de algum modo, contribuem para uma reflexão de âmbito cultural, despertando os alunos para variadíssimas temáticas que com esta se prendem.
Assim, coube aos alunos do 11º ano a elaboração de textos orientados, tendo como fonte de inspiração o Dia Internacional para a Tolerância, que se comemora a 16 de Novembro.
Valores como a solidariedade, a entreajuda, a amizade, o repúdio pela discriminação nas suas múltiplas formas, foram abordados ao sabor das sensibilidades e da inspiração…
Eis alguns testemunhos.
Merece a pena uma leitura atenta.
Professora Paula Ferrão.
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Ulisses contra Polifemo
Boa Viagem, Teresa!
Antes disso queremos saudar e desejar boa sorte à Teresa Canelas (7º B) que deixou Évora e neste momento vai a caminho dos USA.
Good Luck in California!!!!!!!!!
(Será que nos USA também se conta a lenda do S.Martinho?)
terça-feira, 11 de novembro de 2008
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Daniel Sampaio em Évora
Da Biblioteca Pública de Évora recebemos a seguinte mensagem:
Daniel Sampaio volta à BPE, desta vez para apresentar a sua nova obra, "A razão dos avós", um livro que coloca uma série de questões relacionadas com a família, que não podem ser ignoradas nos tempos que correm.
É no próximo dia 20 de Novembro, quinta-feira, pelas 21.00 horas que Daniel Sampaio vai estar em Évora para falar acerca do seu mais recente livro. Debruçando-se sobre a diversidade actual dos modelos familiares, o reputado psiquiatra e escritor questiona se fará sentido continuar a falar da importância da família e, entre outras interrogações, discorre acerca de qual o papel dos avós: transmissores de afectos sem regras ou, pelo contrário, a garantia de continuidade da família? Como se pode educar nos tempos de hoje, em que alguns reclamam mais autoridade e outros parece recearem a palavra?
Daniel Sampaio esteve há bem pouco tempo em Évora, a convite da Biblioteca Pública, a propósito da actividade de divulgação científica Leituras das Ciências, Artes e Sociedade, onde deixou recomendações de leituras relacionadas com a sua área profissional (que podem ser consultadas em http://www.evora.net/BPE/Actividades/Leituras/Guias/Guia%20_leitura[DS].pdf ).
A apresentação está a cargo de Luísa Grácio, docente do Departamento de Psicologia da Universidade de Évora.
Daniel Sampaio nasceu em Lisboa em 1946 e tem-se dedicado ao estudo dos problemas dos jovens e das suas famílias, através de trabalhos de Investigação na área da Psiquiatria e da Adolescência. Conta já com uma considerável obra editada, tendo escrito livros como "Vagabundos de nós" e "Invente-se novos pais".
A sessão é de entrada livre, embora esteja sujeita a marcação. Para reservar o seu lugar basta inscrever-se on-line no sítio da BPE.
Para a Minha Irmã

Editor: Livraria Civilização Editora
ISBN: 9789722623704
Ano de Edição/ Reimpressão: 2006
N.º de Páginas: 408
Encadernação: Capa mole
Dimensões: 16 x 24 x 3 cm
Sinopse
Os Fitzgerald são uma família como tantas outras e têm dois filhos, Jesse e Kate. Quando Kate chega aos dois anos de idade é-lhe diagnosticada uma forma grave de leucemia. Os pais resolvem então ter outro bebé, Anna, geneticamente seleccionada para ser uma dadora perfeitamente compatível para a irmã. Desde o nascimento até à adolescência, Anna tem de sofrer inúmeros tratamentos médicos, invasivos e perigosos, para fornecer sangue, medula óssea e outros tecidos para salvar a vida da irmã mais velha. Toda a família sofre com a doença de Kate. Agora, ela precisa de um rim e Anna resolve instaurar um processo legal para requerer a emancipação médica - ela quer ter direito a tomar decisões sobre o seu próprio corpo. Sara, a mãe, é advogada e resolve representar a filha mais velha neste julgamento. Em Para a Minha Irmã muitas questões complexas são levantadas: Anna tem obrigação de arriscar a própria vida para salvar a irmã? Os pais têm o direito de tomar decisões quanto ao papel de dadora de Anna? Conseguimos distinguir a ténue fronteira entre o que é legal e o que é ético nesta situação? A narrativa muda de personagem para personagem de modo que o leitor pode escutar as vozes dos diferentes membros da família, assim como do advogado e da tutora ad litem, destacada pelo tribunal para representar Anna.
A Minha Leitura "Para a Minha Irmã"
Acabei de ler o livro "Para a Minha Irmã" de Jodi Picoult, digo-vos sinceramente que foi umas das obras que li que mais me tocou.
A temática deste livro centra-se na procriação assistida, com o recurso à biotecnologia, para gerar um bebé (a Anna) 100% compatível com a irmã Kate, que sofria de uma leucemia muito agressiva, para a poder salvar.
Então a Anna foi sempre considerada como sendo um «banco» de sangue, plaquetas, medula óssea etc.
Durante a sua vida foi picada, espremida, sugada, sem que nunca tivessem em conta que também ela sofria, que era uma pessoa com direitos e vontades, que deviam ser respeitados, e que precisava ser amada, acarinhada como criança que era.
Quem é mãe ou pai tente colocar-se na pele desta família, que sofre ao ver a filha definhar-se a cada dia que passa e a morte à espreita, o filho Jesse não passa de um jovem rebelde e inconsequente, e a Anna a lutar na justiça pela sua liberdade, e quando esperamos um desfecho inevitável, levamos como que um soco no estômago e pensamos.
- Para que nasceu a Anna?
- Será que valeu a pena?
Este livro existe na Biblioteca da nossa Escola Secundária Severim de Faria, pode ser requisitado, eu recomendo a sua leitura, depois deixem aqui a vossa opinião sobre ele.
Maria da Conceição Saraiva Roxo Orvalho
quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Resposta ao desafio, colocado nos comentários de "Cinema - ciclo Paul Newman"
Paul Newman nasceu a 26 de Janeiro de 1925 em Cleveland, Ohio, EUA. Era um dos actores e realizadores mais conhecidos em Hollywood.
Morreu aos 83 anos vítima de cancro, no dia 26 de Setembro de 2008, em Westport, EUA.
Em toda a sua vida apareceu em cerca de 60 filmes.
O actor era também piloto de automóveis, esteve na Marinha durante a II Guerra Mundial e ajudou a família no negócio que tinha em artigos desportivos, após a morte do pai, antes de alcançar a carreira que lhe deu fama.
Foi casado mais de 50 anos com a actriz Joanne Woodward.
Tinha uma paixão por corridas de automóveis. Em 1979, esteve mesmo próximo de ganhar a mítica prova das 24 horas Le Mans , ao levar um Porshe 935 ao segundo lugar.
Filmes em que participou:
Gata em tecto em zinco quente
O mercador de almas
Desafio à corrupção
Butch Cassidy
Golpe do mestre
A cor do dinheiro
O veredito
Estrada para a perdição
Évora, 5 de Novembro de 2008
Daniela Costelas nº4 10º CT2
Diana Gamboa nº7 10º CT2
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Ao virar da esquina
Então porque deixamos tanto por dizer?
Simples, porque vivemos com a ideia pré-concebida que vai haver um futuro, um amanhã. Na realidade ele não existe, e na realidade não sabemos e não podemos afirmar que vai haver. E deixamos tanta coisa passar por nós, e perdemos tantas oportunidades pensando que um dia podemos voltar atrás.
Se não houvesse um amanhã, e houvesse apenas o hoje, o agora. O que farias?
Então faz, porque pode não haver um amanhã, nem um depois.
Daniela Parra, 19 – 08 – 2008
A Daniela foi até há alguns meses aluna desta escola. Sempre participou com os seus textos na revista Khatársis.
A História Interminável de A a Z de Michael Ende.
A História Interminável de A a Z de Michael Ende.
(Re) Descobrir Évora
Percursos e histórias da História.
Guia: Professor Manuel Branco
Público alvo: alunos, professores, turistas…
Organização: Escola Secundária Severim de Faria e Departamento de Física da Universidade de Évora
Data do 1º passeio: 22 de Outubro de 2008
A História foi varrendo o Largo da Graça, largo que nem sempre (possivelmente) o terá sido. Aquilo que se vê hoje foi, ao longo dos séculos, fruto de criações e recriações, pela mão sempre sonhadora e inovadora do Homem. Se de início existia apenas uma pequena igreja de culto público, com a fundação (em 1512) do Convento da Ordem de Santo Agostinho, os frades foram adquirindo casas de particulares, apropriando-se do actual quarteirão, e estendendo o pequeno mosteiro até este ser um grande convento, completo em 1546.
Deste conjunto (Igreja e actual Messe dos Oficiais), apenas a fachada da Igreja foi classificada como Monumento Nacional. Esta fachada quase profana foi, ao longo dos anos, palco para a criação de lendas à volta dos “meninos da Graça” que de graciosidade pouco têm. Representarão os 4 cantos do Mundo? Descerão do topo para passearem pela cidade na 1ª noite de lua cheia de Agosto, como reza a voz popular?
À parte a voz popular, certo é que a fachada é quase um cenário de teatro, devido àqueles seres misteriosos e a outros elementos desarticulados que por lá parecem ter sido colados ao acaso. No entanto, “este critério de não ter critério”, esta teatralidade tem um nome bem preciso: Maneirismo. E, ainda, algumas inovações, como a existência de dois frontões na mesma fachada, as duas pequenas colunas a ladear a janela central, o avanço do coro alto no alpendre.
O interior da igreja é uma nave única, ampla, destacando-se, no altar, as janelas de mármore quase alabastro e os motivos geométricos. Outros elementos que ali pertenceram, fazem agora História noutros locais da cidade, como o altar (agora em S. Francisco) e o túmulo de D. Afonso de Portugal (no Museu de Évora).
Completamente distinta da Graça, é a Igreja da Misericórdia, um monumento dedicado a obras de misericórdia, facto visível nas histórias dos seus azulejos e pinturas.
Logo à entrada (do lado esquerdo, entrada naquele tempo destinada aos homens), no quadro de azulejos, as histórias de S. Paulo e S. Antão. O primeiro, inimigo da fé até bem tarde, converteu-se já velho ao Cristianismo. A mensagem é óbvia: por mais velho que se seja, é sempre tempo para se ser cristão. S. Antão faz-se acompanhar de uma porca que ele teria permitido entrar na Casa de Deus, como que a dizer que todos são bem-vindos.
Do lado direito, uma leitura menos simpática e abonatória para o sexo feminino, já que a história de uma das santas (Santa Taís) narra a vida de uma prostituta egípcia que se converteu ao catolicismo, despojando-se para isso de todos os seus bens materiais. “Tantas histórias, quantas perguntas…”
O vento e o frio varriam o largo da Misericórdia, mais histórias ficarão para Novembro, numa outra tarde também ela à espera de perguntas e de mais palavras sobre histórias da História.
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
"Toca a falar"
No âmbito do Curso de Acção Social eu e as minhas colegas estamos a desenvolver um projecto para a realização de um Fórum a nível distrital que junte alunos e professores dos Cursos profissionais que estudam Animação Sócio-Cultural.
Este fórum realizar-se-á no início do terceiro período, no auditório da Direcção Regional de Educação do Alentejo, e com ele pretendemos debater a problemática do ensino destes cursos e saídas profissionais.
As alunas do 12º ano do Curso Tecnológico de Acção Social,
Ana Silva
Ana Coelho
Sofia Bonito
Telma Grilo
sábado, 1 de novembro de 2008
A árvore


Vou revelar-vos parte da história para despertar a vossa curiosidade:
Havia uma árvore muito grande, numa pequeníssima ilha do Japão. Era muito bem tratada e admirada ao longo dos tempos. Os Japoneses orgulhavam-se dela.
No entanto, surgiu um problema: cresceu tanto que tirava a luz a metade da ilha. Isso provocava tristeza, humidade, constipações…
As pessoas questionavam-se sobre o que deviam fazer. Houve uma reunião para a população decidir como agir face a este problema. A decisão foi dolorosa: tinha de ser cortada. No seu lugar, plantaram cerejeiras, árvores que nunca crescem muito.
Como depois de cortada, a árvore ocupava muito espaço, desfizeram-na e fabricaram objectos para recordação. Apenas restou o tronco. Não deixaram os viajantes ficar com ele e construíram um barco enorme, muito bonito. Quando ele foi lançado ao mar, realizaram uma festa.
A partir daí, a vida daquele povo melhorou bastante. Graças àquele barco, navegavam de ilha em ilha e negociavam; davam grandes passeios…Com o passar do tempo, as cerejeiras cresceram e passaram a celebrar a festa da cerejeira em flor. Esta era muito animada, tinha canções, malabarismos, comida e bebida.
Muito tempo a vida decorreu com alegria. Porém, ainda recordavam, com saudade, a velha árvore.
Os anos passaram. E um dia uma desgraça aconteceu: a madeira do barco estava a apodrecer. Então, foram às ilhas vizinhas comprar madeira e construíram outro barco. Depois, aproveitaram o mastro do barco velho e fizeram com ele uma guitarra japonesa.
Quando um músico a experimentou, o povo ouviu uma voz que dizia...
Pois é, gostavam de saber o final, não é? Mas eu deixo-vos no suspense.
O que vos posso adiantar é que é um conto comovente que cativa o leitor. Não conseguimos parar de o ler.
Parabéns à autora. Sabem que ela começou a inventar histórias para distrair os seus filhos quando eram pequenos e estavam com varicela ou sarampo? Um dos sortudos foi o Miguel Sousa Tavares. Sim, esse mesmo, o que vemos na televisão a fazer comentários políticos e que também é escritor. Também gostei muito de O Planeta Branco. Filho de peixe…
Miguel Ferrão/7ºD
A futura biblioteca
A futura biblioteca da escola vai ficar num lugar central do edifício, no actual auditório, antigo ginásio. Um espaço maior, amplo, com dois andares, com muito mais luz e possibilidade de acesso aos pátios.
Mas atenção! Pareceu-me que a decisão dependeu também do facto de os projectistas terem verificado que a actual biblioteca era frequentada por muitos alunos. Tudo o que for feito daqui para diante depende de todos.
Por favor, mandem textos para este blogue. Assim construiremos uma nova biblioteca.
João Simas






